Prefeitura eleva ISS de médicos, odontólogos, engenheiros, arquitetos e contadores para R$ 700, e mantém dos advogados inferior a R$ 200

Promete gerar uma enxurrada de ações judiciais a aprovação pela Câmara Municipal de São Luís do novo código tributário, principalmente pelo fato de ter beneficiado, entre os prestadores de serviços, apenas uma categoria: a dos advogados. Os demais profissionais liberais vão pagar uma alíquota de ISS em valor que corresponderia a um faturamento mensal superior R$ 35 mil.

Projeto

O projeto foi apresentado em 21 de dezembro e entrou na pauta para votação em plenário no dia seguinte, ou seja, os vereadores tiveram menos de 24 horas para analisar um projeto com cerca de 500 artigos, mas a matéria acabou sendo retirada de pauta a pedido da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), Conselho Regional de Contabilidade (CRC-MA) e Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Quando o projeto voltou à pauta, quarta-feira (27), uma série de artigos, redigidos pela OAB, foram acrescidos e/ou modificados do texto original, e os mais questionáveis dizem à manutenção da mesma taxa de ISS para os serviços advocatícios, uma taxa inferior a R$ 200,00 (duzentos reais), ou seja, R$ 176,00 (cento e setenta e seis reais), enquanto para os demais profissionais liberais – contadores, arquitetos, médicos, odontólogos, engenheiros, médicos etc – o imposto passou para cerca de R$ 700,00.

Valor Arbitrado

Com esse valor arbitrado pelo novo código, considerando-se que para os profissionais liberais o ISS é de 2%, conclui-se que a Prefeitura estabeleceu como faturamento médio desses profissionais mais de R$ 35.000,00 (trinta e cinco mil).

 

Para o contador João Conrado de Carvalho, que deve ser eleito terça-feira (02 de janeiro) presidente do CRC-MA, a votação da Câmara acabou revelando-se uma grande injustiça, difícil de ser corrigida. “Talvez apenas por via judicial se consiga algo semelhante àquilo que os advogados conseguiram”.

Ainda de acordo com Conrado de Carvalho, com essa nova alíquota do ISS a Prefeitura está provocando uma das duas situações: os profissionais repassarem esse custo para os clientes, o que é improvável, ou estimular a informalidade, mantendo muitos profissionais trabalhando à margem da lei.

 

Fonte: Maranhão Hoje

Edição: ExaTop Sistemas

 

Componentes do cálculo da TLP são divulgados

A taxa de juros “Jm” para janeiro de 2018 será 4,74% a.a. O fator de ajuste para o ano de 2018, a0, será 0,57. Os dois indicadores compõem o cálculo da TLP, que entra em vigor para contratos firmados a partir de 1º de janeiro de 2018.

29/12/2017 12:37

​O ponto de partida para a Taxa de Longo Prazo (TLP), válida a partir de  1º/1/2018, é a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) vigente (6,75%). Essa diretriz legal determina o fator de ajuste inicial, a0. A partir daí, começa um processo de transição suave, ao longo de cinco anos, durante o qual a TLP sai de patamares próximos à TJLP vigente hoje para o patamar da taxa de juro real de uma NTN-B com prazo de 5 anos.

O cálculo da TLP pode ser dividido em duas partes: 1) inflação ocorrida e 2) taxa de juros apurada a partir das NTN-B (título público federal vinculado ao IPCA).

A primeira parte é pós-fixada, pois depende da inflação ocorrida, medida pelo IPCA, nos dois meses antecedentes ao mês de referência. Isso faz com que a TLP flutue ao longo do contrato.

A segunda parte é prefixada e válida por todo o prazo em que os recursos permanecerem aplicados. Consiste em uma taxa média de juros baseada nos três últimos meses de rendimentos diários de uma NTN-B com prazo de 5 anos. Aqui são determinantes dois componentes de cálculo, divulgados pelo Banco Centra (BC): a taxa de juros Jm e o fator de transição ak. Portanto, a filosofia do cálculo da TLP é compor juros reais (que, durante a transição, serão reduzidos pelos fatores de ajuste “ak”) mais inflação.

A taxa de juros Jm, simplificadamente, é apurada a partir de taxas de juros diárias relativas a uma NTN-B com prazo de cinco anos. Contudo, nos primeiros cinco anos de vigência da TLP, essa parte prefixada do cálculo será multiplicada pelo fator ak. O fator visa tão somente garantir a transição suave do nível de partida para a taxa de mercado (a TLP). Vide Resolução CMN nº 4.600/2017 e Circular BC nº 3.850/2017.

“A apuração da taxa ‘Jm’ a partir de títulos públicos negociados em mercado permite que a TLP flutue de acordo com as condições econômico-financeiras, o que a alinha às diretrizes de política monetária definidas pelo Copom”, explica João Henrique Simão, chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do BC.

A taxa de juros prefixada “Jm” para janeiro de 2018 e os fatores de ajuste anuais, “ak”, para 2018 em diante foram divulgados pelo BC nesta sexta-feira (29), no Comunicado BC nº 31.536/2017. Os indicadores constituem parâmetros necessários para o cálculo da TLP.

https://edicao-www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Dipec/Componente%20calculo%20da%20TLP/tjlp_esquematizado_MAILING.png

Componentes do cálculo
Para janeiro de 2018, a taxa “Jm” será 4,74% a.a. Essa taxa prefixada reflete a média das taxas de uma NTN-B (título público federal vinculado ao IPCA) com prazo de 5 anos, apurada nos últimos 3 meses.

Serão ao todo seis fatores ak: os cinco primeiros para cada ano da transição e o último para vigorar a partir de 2023 (a0, a1, a2, a3, a4, a5). O fator de ajuste a0 faz a primeira TLP aproximar-se da TJLP, como a lei determina. Ao longo da transição, o fator de ponderação ak sobe gradualmente, implicando menor redução da taxa de juro real Jm. Os fatores de ponderação estão fixados conforme abaixo. O fator a5 será necessariamente igual a 1.

Para 2018, a0 = 0,57
Para 2019, a1 = 0,66
Para 2020, a2 = 0,74
Para 2021, a3 = 0,83
Para 2022, a4 = 0,91
Para 2023 em diante, a5 = 1. Como ak é um multiplicador, na prática, a multiplicação por 1 implica o fim do período de transição, ao término do qual a TLP converge para a média das taxas de uma NTN-B com prazo de 5 anos, apurada em períodos de 3 meses.

Lógica de mercado
Assim que o fator de ajuste for igual a 1, a transição da TJLP para a TLP terá sido encerrada. Conforme a Circular BC nº 3.873/2017, o fator de ajuste a0 foi calculado considerando-se as expectativas de inflação para 2018 do Relatório Focus, além do próprio valor da TJLP vigente no primeiro trimestre do ano.

“O primeiro fator de ajuste (a0) é uma variável importante, pois define o ritmo de convergência plena da TLP às taxas de mercado. Dessa forma, visando maior transparência e simplicidade, o BC optou por utilizar como expectativa de inflação para os próximos doze meses a mediana das projeções de mercado para 2018 divulgadas no último Relatório Focus”, detalha o chefe adjunto no Departamento de Estatísticas do BC, Renato Baldini.

A quantidade de dias úteis na duração do contrato interfere no cálculo da TLP. Isso implica que contratos com duração diferentes terão TLPs diferentes.

A TLP, instituída pela Lei nº 13.483/2017, substituirá a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) como indexador de algumas das principais fontes de financiamento de longo prazo no país, tais como o Fundo de Participação PIS-Pasep, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Fundo da Marinha Mercante (FMM), além das operações de crédito concedidas a partir dessas fontes. Contratos firmados até o fim de 2017 continuam indexados à TJLP.

Saiba mais
A partir de janeiro, o BC divulgará, no último dia útil de cada mês, comunicado com a taxa “Jm” para o mês seguinte e com o fator de ajuste para o ano em curso. Saiba mais sobre a metodologia de cálculo da TLP e sobre sua aprovação no Congresso Nacional. Acesse também o vídeo sobre o assunto no perfil do BC no Youtube.

fonte: BCB

Três formas de atrair e reter talentos na era da disrupção

Empresas podem se adaptar às mudanças no capital humano, abraçando a flexibilidade, incentivando o intraempreendedorismo e promovendo um senso de propósito.

A era da disrupção digital e da inovação está aí diante de nós. O mundo todo passou por processos de disrupção graças à globalização, o ritmo acelerado da tecnologia e mudanças nos dados demográficos da força de trabalho.

Embora esses avanços tenham criado soluções inovadoras para a forma de trabalharmos, eles também trouxeram novos riscos e desafios para o mundo dos negócios. Isso leva a uma incerteza quanto ao futuro das empresas e à sua capacidade de impulsionar o crescimento. Em particular, a atração e a retenção de talentos são muitas vezes identificadas como um risco competitivo, mesmo nas grandes empresas de tecnologia do Vale do Silício.

A busca pelos melhores talentos sofreu um processo de disrupção especialmente por causa da Gig Economy (Economia do Trabalho Freelancer), em que os colaboradores trabalham de forma flexível (adequadas aos seus horários, habilidades e outras necessidades) e sem vínculo empregatício (por projeto ou como freelancer). Essa tendência por profissionais temporários tem abalado diversos setores, já que muitos talentos com diversas habilidades muito procuradas pelas empresas estão preferindo oportunidades de trabalho freelancer.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Upwork and Freelancers Union — um grupo defensor do movimento freelance nos Estados Unidos — em 2015, 34% da força de trabalho no país é freelancer. No Reino Unido, a Independent Professionals Association estima que existem atualmente cerca de 4,64 milhões de pessoas que trabalham por conta própria.

Essa mudança no emprego e na forma que trabalhamos pelos últimos 10 anos em parte se deve aos novos profissionais que entram no mercado de trabalho: estima-se que os Millennials serão 72% da força de trabalho até 2025. É inquestionável que a acelerada disrupção e a inovação tecnológica vem impulsionando tudo isso, o que está fundamentalmente mudando a forma como agimos no mundo corporativo e até mesmo como definimos um dia de trabalho.

À medida que vemos, todo ano, recém-formados trocando os seus chapéus e togas por traje social e cases de laptop, devemos nos perguntar alguns pontos importantes: como as empresas encontram e atraem os melhores talentos em um mercado de trabalho que não para de mudar? Como fazer para encontrar pessoas com as competências certas para não só atender as necessidades de hoje, mas também as do futuro? Como vai ser o ambiente de trabalho do futuro e como podemos nos preparar para isso?

Embora seja difícil encontrar soluções para questões tão complexas, existem três pilares que as empresas – desde startups até grandes empresas consolidadas – podem levar em consideração ao alinhar as estratégias de gestão de talentos com o crescimento corporativo.

1. Abrace a flexibilidade

O que mais atrai na Gig Economy é a flexibilidade que ela oferece aos profissionais temporários. Se uma maior flexibilidade é preferível em vez de formas mais tradicionais, então também temos que abraçar a flexibilidade e a agilidade no nosso fluxo de trabalho. Temos que pensar como assegurar aos nossos colegas ter a mesma escolha e independência, possibilitando conciliar trabalho com vida pessoal.

Na EY, somos há muito tempo defensores de ambientes de trabalho flexíveis que variam desde trabalhar remotamente ou fora do tradicional horário de trabalho até acordos formais de trabalho flexível com um expediente reduzido ou sazonal. À medida que a gig economy cresce, vai ser ainda mais importante analisar o que a flexibilidade representa para o seu time e para sua empresa.

2. Incentive o espírito “intraempreendedor”

Recentemente, introduzimos um simples sistema chamado “previsão de tempo livre”. A ideia é que cada pessoa do time anote em um calendário compartilhado as noites ou os fins de semana em que eles estão ocupados com compromissos fora do trabalho para que as pessoas saibam quem é a melhor pessoa para entrar em contato numa fase com grande volume de trabalho. Originalmente introduzido no nosso processo de Assurance, a ideia foi tão bem recebida que agora já está presente em outras áreas do negócio também.

O “previsão de tempo livre” é um bom exemplo de como incentivar os colegas a pensar diferente e de forma inovadora. Ao dar poder aos colaboradores de desenvolver soluções criativas, eles conseguem encontrar novas formas de ajudar todas as pessoas da equipe. Trata-se de estimular o “intraempreendedorismo” ou incentivar os colaboradores a agir, a pensar e a se comportar como empreendedores dentro de uma grande empresa.

Uma empresa que incorpora um espírito “intraempreendedor” é capaz de incentivar a inovação, e portanto, aumentar a produtividade e a eficiência. O método também reduz o turnover de colaboradores e ajudar a atrair novos talentos. Talvez a inclusão de profissionais temporários pode ser uma solução que também atraia habilidades antes inexploradas e não disponíveis internamente, assim como um espírito “intraempreendedor” para a empresa.

3. Reconheça a importância do propósito

Abraçar a flexibilidade e o “intraempreendedorismo” internamente são boas soluções para atrair novos talentos. Acima de tudo, ajudam, mas só elas não basta para que as empresas consigam reter pessoas qualificadas.

Um claro senso de propósito pode ajudar as empresas a enfrentar os desafios trazidos pela disrupção. Ele deve fundamentar qualquer nova iniciativa no ambiente de trabalho e qualquer mudança na estratégia do negócio.

De acordo com uma pesquisa recente da EY, feita em colaboração com o Harvard Business Review, a maioria dos executivos entrevistados acredita que empresas guiadas por um propósito são mais sucedidas, entregando produtos e serviços de alta qualidade, realizando transformações no negócio e retendo colaboradores e clientes. Ainda, aproximadamente metade admite que não têm uma estratégia que reflita o seu propósito.

É importante incentivar uma comunicação transparente e constante, numa via de mão dupla com os seus colaboradores sobre a direção para qual a empresa é conduzida e o papel que eles desempenham quando a organização atingir essas metas. Afinal, o seu pessoal é o seu ativo mais importante, os seus grandes advogados e os melhores em recrutar novos indivíduos para a empresa.

Já que a tecnologia e a disrupção reformulam a força de trabalho em todos os setores — em alguns casos eliminando cargos, em outros mudando a natureza das profissões existentes e criando novas –, é claro que agora é um momento interessante para as empresas aproveitarem as oportunidades que alinham as suas estratégias de gestão de talentos com o crescimento futuro.

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eBook | 5 Livros para Empreendedores de Alto Crescimento: as recomendações dos mentores Endeavor

Que esses livros te inspirem a passar 2018 vivendo cada dia como se fosse o dia 1!

Mesmo que os anos passem, você precisa manter a mesma energia e o mesmo dinamismo daquele dia, quando abriu as portas pela primeira vez e atendeu o cliente número um. Precisa ter dentro de si a mesma ousadia de quando o futuro era uma página em branco, e tudo o que você queria era transformar aquelas inquietações em um negócio de impacto.

É natural. O calendário sempre vai insistir em virar as folhas e empurrá-lo para viver o dia 2. Parece inevitável. Quanto mais o tempo passa, maior sua empresa fica, mais demoradas são as decisões, mais engessados os processos e mais distante fica qualquer forma de disrupção. Por isso, é tão importante para o empreendedor parar em determinada parte do caminho para recuperar o fôlego. Encher os pulmões de ânimo, vontade e coragem. Para quando tiver que mergulhar novamente na rotina e operação do seu negócio, você tenha dentro de si inspiração suficiente para mais um ano inteiro.

Para te ajudar a se manter sempre no dia 1, fizemos uma seleção especial dos livros mais recomendados pelos mentores Endeavor.

São publicações clássicas – algumas sem edição em português – que apresentam os caminhos de crescimento para empresas e empreendedores, da estratégia de expansão à transformação pessoal para acompanhar a velocidade com que tudo acontece.

Cada livro vai te ajudar a:

  1. Construir um negócio disruptivo que crie algo inédito no mundo;
  2. Aprender a lidar com situações difíceis e crises do seu negócio;
  3. Preparar sua empresa e seu time para crescer;
  4. Criar uma estratégia de escala e replicabilidade;
  5. Lidar com as dores do crescimento acelerado.

A cada capítulo, você vai ler um resumo que traduz os conceitos-chave dos livros para a linguagem de quem empreende usando diagramas, esquemas e checklists que facilitem a absorção das ideias. E no final, também encontra uma ferramenta para transformar essas inquietações em ações práticas e reflexões autoguiadas. Que esse guia te ajude a ganhar fôlego suficiente para enxergar sua empresa e sua jornada com mais lucidez, e poder, então, mergulhar novamente na operação com inspiração suficiente para mais um ano inteiro.

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Para descobrir novas perspectivas: os 10 textos mais lidos de 2017

Os melhores artigos de 2017 são como prismas: textos que o ajudam a enxergar sua própria história por uma nova perspectiva.

Dizem que os melhores textos são como prismas, mais do que espelhos. Enquanto os textos-espelho o fazem enxergar a si mesmo na história contada pelo outro, o texto-prima vai além. Você se vê refletido nas histórias, desafios e relatos de mentores e empreendedores, mas ao mesmo tempo passa a enxergar tudo o que está vivendo por uma nova perspectiva. Assim, é mais fácil encontrar alternativas nunca antes pensadas e soluções que antes se escondiam em um ponto cego da própria mente.

Em 2017, os textos mais lidos no Portal da Endeavor tinham esse objetivo. Partindo da visão única de um empreendedor para falar de desafios universais, inerentes a todos que decidiram empreender. Indo do desafio à superação, do problema à ferramenta, da experiência ao aprendizado.

Aproveite para reler esses textos, refletir sobre a sua própria jornada e voltar em 2018 com um novo jeito de enxergar o mundo ao seu redor.

#1 | Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”

Lido por 55,540 pessoas
Em 2017 tivemos a oportunidade de ouvir algumas lições valiosas de Jorge Paulo Lemann sobre cultura de alta performance e gestão de pessoas.

Leia em 4 minutos ou Ouça em 2 minutos →

#2 | 5 filmes sobre empreendedores reais que você precisa assistir

Lido por 52,249 pessoas
Essa é uma lista de pura inspiração com histórias reais de empreendedores transformadas em filme.

Leia em 7 minutos ou Ouça em 4 minutos →

#3 | Trabalhar duro não é o mesmo que trabalhar de forma inteligente

Lido por 52.056 pessoas
Segundo Steve Blank, o número de horas trabalhadas não indica o grau de produtividade do seu time — e nem o seu. Ele explica o porquê e traz dicas para não cair nessa.

Leia em 8 minutos ou Ouça em 5 minutos →

#4 | Reforma Trabalhista: tudo o que os empreendedores precisam saber

Lido por 44.171 pessoas
Entenda como as mudanças promovidas pela reforma trabalhista, implementada em novembro, interferem na relação de pequenas empresas com seus empregados (inclui acesso a um guia que mostra em detalhes os efeitos da nova legislação para os empreendedores).

Leia em 9 minutos →

#5 | 5 passos para criar seu Planejamento Estratégico Pessoal

Lido por 42.713 pessoas
A provocação dessa websérie é a seguinte: você não é uma pessoa dentro da sua empresa e outra fora dela — então por que seu negócio tem um planejamento estratégico, mas sua vida não?

Leia em 3 minutos →

#6 | 4 tendências que vão guiar o mercado de serviços em 2017

Lido por 36.816 pessoas
Lá em janeiro listamos algumas tendências para o setor de serviços em 2017. Será que essas ondas de fato aconteceram durante esse ano?

Leia em 9 minutos →

#7 | 17 atitudes para motivar sua jornada empreendedora

Lido por 30.919 pessoas
Vale também para 2018: “Para ganhar um Ano-Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Leia em 7 minutos →

#8 | Os empreendedores e suas máquinas voadoras

Lido por 21.984 pessoas
A força do exemplo inspira cada vez mais empreendedores a seguirem em frente e lutarem pelo seu sonho. Leia o texto que é o prefácio do eBook Um Exemplo para Chamar de seu – 50 Histórias de Empreendedores para Você se Inspirar. 

Leia em 5 minutos →

 #9 | 15 ferramentas de marketing digital que todo empreendedor precisa conhecer

Lido por 19,728 pessoas
Buzzsumo, RD Station, Google Analytics… Ferramentas não faltam para profissionalizar sua estratégia de marketing digital. Aqui você vai entender quais são as mais eficientes para o seu negócio.

Leia em 16 minutos

#10 | Valuation: guia completo para calcular o valor da sua empresa

Lido por 16.577 pessoas
Esse é um daqueles guias sempre consultados por empreendedores. Traz desde a explicação do que é valution, até a forma de calcular e exemplos práticos para tangibilizar melhor.

Leia em 20 minutos →

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Não deixe para amanhã a inovação que você pode implantar hoje

Na CPFL, entendemos que a inovação deve permear a cultura de toda a empresa. Por isso, tomamos uma série de decisões estratégicas, como a criação do Programa CPFL Inova.

Para grandes empresas, investir em inovação pode constituir um grande desafio. Refiro-me às organizações com estruturas complexas e processos estabelecidos: é normal que o espaço para ideias inovadoras acabe sendo suprimido. E caso a empresa já exista há muito tempo, tocando as operações da mesma forma e assim obtendo bons resultados, é compreensível que os gestores considerem a inovação como um risco.

No entanto, a meu ver, o risco maior é exatamente não agir, é não abrir espaço para a inovação. Porque as empresas menores e mais jovens, com modelos de negócio eficientes e ágeis, fatalmente sairão na frente, graças a suas estruturas menos burocráticas ou complexas.

A este risco de “ultrapassagem”, soma-se aquele de a empresa tornar-se obsoleta, justamente por se fazer a mesma coisa por muito tempo. É muito provável que isso cause uma atrofia na visão de mercado, um enfraquecimento da estratégia, o que pode ser letal para a organização, no médio prazo. E para evitar essas ameaças, quero compartilhar, neste espaço, um pouco de minha experiência com inovação na CPFL para apontar alguns caminhos possíveis.

Cpfl Inova - Cta

Saindo da zona de conforto

O grande desafio é dar o primeiro passo — e isso envolve a cultura organizacional. Alinhar a visão estratégica da empresa a ações práticas de inovação é fundamental. As iniciativas não podem ser pontuais.

Para isso, é indispensável entender como a inovação é percebida na empresa. A questão financeira também deve ser vista de outra forma: como líder, você precisa deixar de encarar o tema como “mais uma despesa”, para percebê-lo como investimento em uma visão de longo prazo. Para isso, não há outro caminho: é preciso haver direcionamento constante de recursos para fomentar a inovação.

A inovação também deve ser abraçada pelo board da companhia. Deve ser patrocinada, encabeçada pelos líderes — até por meio do reconhecimento. Por exemplo: você pode colocar isso em prática atrelando mecanismos de remuneração variável dos gestores a ações e projetos relacionados à inovação.

A idade da pedra não acabou por falta de pedras

Não desperdiçar esforços também é um fator chave de sucesso. O processo de incorporação da inovação em grandes empresas pode ser desgastante; é fundamental, por isso, ter clareza clareza do objetivo estratégico e onde se pretende inovar se quer inovar.

Nesse sentido, os líderes precisam conhecer a fundo o tipo de demanda que o produto ou o serviço comercializado pela empresa atende. Devem conhecer bem seus consumidores, sendo capazes de identificar novas necessidades e tendências para que as estratégias do mercado se atualizem.

Uma analogia que ajuda entender este processo é a seguinte: a idade da pedra não acabou por falta de pedra, assim como a era do petróleo não vai acabar por falta de petróleo. Ou seja, o que determina o fim do ciclo de um produto são o mercado e as necessidades dos consumidores. E inovar é determinante para que uma empresa acompanhe as mudanças que ocorrem a todo momento.

Definindo os objetivos com mais precisão

Percebo que muitas empresas não sabem definir seus temas estratégicos de maneira específica, e isso limita seus horizontes na busca por inovação.

Assim sendo, tenho convicção de que o segredo para a boa definição de objetivos esteja na preparação do Planejamento Estratégico. É preciso discutir e analisar os cenários presentes e futuros do ponto de vista da economia e das tendências de mercado. A partir disso, as lideranças estabelecem as diretrizes estratégicas de cada negócio da companhia. Só então, após criação deste plano macro, ocorre o desdobramento para metas específicas em cada área, o que evita um planejamento genérico e limitador para a busca da inovação.

Cada caso é um caso

Muitos gestores me perguntam se, para implementar a inovação dentro de uma empresa, é necessário criar um departamento específico, ou se o “espírito inovador” deve ser distribuído entre as áreas.

A meu ver, depende de cada organização. Para empresas que são iniciantes ou imaturas neste aspecto, é sempre aconselhável que se crie uma área de Inovação, que será responsável por encabeçar e puxar as discussões sobre o assunto.

Por outro lado, em empresas mais maduras, a existência de uma gerência de inovação não deve ser encarada como o elemento principal para a promoção do tema na cultura organizacional.

Mas insisto: independentemente da estrutura, é fundamental que o tema da inovação permeie a cultura da empresa, do board até o “chão de fábrica”. Praticar inovação deve ser um compromisso de todos os colaboradores de uma organização empresarial, e não apenas de uma área ou de um departamento específico.

Métricas de inovação

Outra dificuldade é a ausência de indicadores. Muitas empresas não têm instrumentos de controle que mostrem a realidade dos investimentos em inovação (custo de projeto, investimento geral, projeções de funding).

Mas há uma série de métricas que contribuem para esse controle. Elas estão divididas em quatro aspectos, da seguinte forma:

Resultados Financeiros

1. Valor total do portfólio de inovação;
2. Reduções de custos oriundas de inovações;
3. Retorno do investimento dos projetos de inovação.

Estratégia

1. Número de novos negócios criados (se esse for um objetivo);
3. Percentual das vendas oriundas dos produtos lançados nos últimos x anos (adequar ao ciclo da empresa);
4. Número de novos negócios realizados.

Processo

1. Percentual de projetos executados com sucesso;
2. Número de produtos e/ou serviços desenvolvidos;
3. Número de ideias geradas por fornecedores/clientes/colaboradores;
4. Percentual de projetos lançados no tempo planejado;
5. Número de ideias geradas por colaborador;
6. Número de ideias implementadas na empresa;
7. Prêmios e reconhecimentos relacionados com a atividade de inovação recebidos.

Contexto

1. Percentual das lideranças envolvidas diretamente nos projetos de inovação;
2. Número de horas de treinamento recebidas pelos colaboradores para inovar;
3. Percentual de envolvimento dos empregados com o programa de inovação;
4. Percentual de funding externo sobre o total do investimento de inovação;
5. Valor investido em reconhecimento e recompensa para motivação dos inovadores.

A importância da aproximação com Scale-ups

Hoje, fala-se muito em “inovação aberta”, que é o processo de aproximação entre empresas mais maduras e aquelas mais novas, enxutas, com modelos de negócio inovadores alto potencial de crescimento (Scale-ups).

A criação do CPFL Inova está inserida neste contexto. Tratou-se de uma decisão estratégica de grande importância para a inovação dentro da empresa, pois permite uma troca de conhecimento que é determinante para todas as partes envolvidas.

Explico: o CPFL Inova é um programa de inovação aberta criado pelo Grupo CPFL Energia em parceria com a Endeavor. Com duração de sete meses, vamos acelerar até 12 empresas com soluções inovadoras e aplicáveis ao setor de energia e infraestrutura. Ou seja, é a inovação levada a sério e colocada em prática, como deve ser.
O programa orientará e apoiará os empreendedores para acelerar a expansão de seus negócios, por meio de uma intensa troca de experiências e know-how em conjunto com os mentores da Endeavor e os executivos da CPFL, a maior empresa privada do setor elétrico.

Se você, empreendedor, tem uma empresa que oferece soluções aplicáveis ao setor de energia e infraestrutura e vê no seu negócio um alto potencial de crescimento, inscreva-se para participar, até dia 31 de janeiro. Queremos contribuir com o desenvolvimento de empresas que olhem para o futuro e queiram fazer parte da transformação do setor de energia e infraestrutura, gerando uma contribuição positiva no país.

Além de networking e do acesso a mentores da Endeavor e executivos da CPFL, os empreendedores das empresas participantes poderão fortalecer parcerias que contribuam para o crescimento acelerado do negócio — o Grupo CPFL Energia está presente na vida de milhões de pessoas e empresas, com acesso direto aos principais players do setor.

E potencial de acesso ao fundo do Grupo CPFL Energia de R$ 10 milhões para o desenvolvimento de projetos de P&D

Clique aqui e veja os nichos de negócios que estamos buscando e inscreva-se!

Cpfl Inova - Cta

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Somar forças para multiplicar valor: conheça o projeto que nasceu do encontro de três empreendedores da rede Endeavor

Quando Paulo Deitos, do Urbe.me, assistiu à apresentação do Day1 de Caio Bonatto, decidiu realizar algo com a TecVerde. E quando a MaxMilhas também resolveu participar, o projeto ficou ainda mais robusto. 

A sinergia é uma das forças mais poderosas que existem. No campo do empreendedorismo, é graças a ela que pessoas e empresas se aproximam para aproveitar oportunidades às quais, sozinhas, dificilmente conseguiriam responder. A própria rede da Endeavor sempre foi catalisada pela sinergia — pela afinidade entre empreendedores, mentores e embaixadores, que compartilham de crenças e valores e defendem a mesma causa.

Recentemente, tivemos um inspirador exemplo de como essa sinergia dentro da rede pode ser produtiva. Após se conhecerem durante alguns eventos organizados pela Endeavor, três empreendedores — Paulo Deitos, Beto Justus e Max Oliveira — reuniram-se para montar um projeto que gera mais valor a todos os envolvidos: suas empresas — o Urbe.me, a TecVerde e a MaxMilhas –, seus clientes e a sociedade em geral.

A iniciativa partiu de Paulo, que participou neste ano do Scale-Up Endeavor, um programa de apoio a empreendedores com potencial de alto impacto. Ele é responsável pelo Urbe.me, plataforma de crowdfunding imobiliário “que permite a qualquer pessoa investir no mercado a partir de R$ 1.000”. Fundado no Rio Grande do Sul, o negócio nasceu da ideia de oferecer acesso às melhores margens do mercado imobiliário, sem os riscos envolvidos em uma sociedade. “É muito melhor do que comprar na planta e revender, já que não tem cartório nem imposto de transmissão envolvido”, conta ele.

O Day1 de um projeto

E a aproximação com a TecVerde — empresa de engenharia que tem como missão tornar o setor da construção civil mais industrializado e sustentável –, e a MaxMilhas — portal para compra e venda de milhas aéreas –, aconteceu durante o Day1 deste ano. Após assistir à apresentação do Empreendedor Endeavor Caio Bonatto, sócio do Beto na TecVerde, Paulo saiu com a forte sensação de que faria sentido realizar algo junto com eles. Até chegou a comentar com o time da Endeavor do Rio Grande do Sul, que viabilizou o contato.

Mas, no começo, ficou tudo na troca de ideias. As coisas só andaram mesmo no Scale-Up Summit, quando Paulo encontrou Beto e disse que daria “para colocar um projeto no ar em pouco tempo”. No evento, ele encontrou também o pessoal da MaxMilhas, e a sensação de que algo poderia ser feito entre os três ficou ainda mais forte — embora, naquele momento, Paulo não soubesse exatamente o quê.

Depois de algumas conversas, a ideia se concretizou: os três montariam um projeto de crowdfunding imobiliário no qual seria possível investir em um projeto da TecVerde, por meio da plataforma do Urbe.me. E as pessoas poderiam entrar no negócio com milhas — que a MaxMilhas converteria em reais –, bitcoins ou, claro, quantias em dinheiro.

E como esse processo acontece? O interessado entra no site do Urbe.me e escolhe o projeto da TecVerde, clica em investir e segue os 4 passos do processo de investimento. No final, recebe as opções de como efetivar esse investimento, via reais, milhas ou bitcoins. Se for por milhas (que a maioria tem no cartão de crédito e não sabe o que fazer antes de expirar), é preciso fazer um cadastro no site da MaxMilhas para efetivar a venda das milhas e depositar o valor diretamente no Urbe.me. Ao efetivar o investimento, o usuário recebe um título de dívida atrelado ao empreendimento, e a rentabilidade é baseada no preço de venda das unidades.

“Uma está gerando negócios para a outra”

Paulo tem plena consciência da importância da sinergia durante o processo. “Estamos transformando R$ 1 em R$ 3”, diz. Ou seja, uma parceria bem-sucedida, que tem gerado valor para as três empresas envolvidas.

No caso de Paulo, este já é o sétimo projeto de crowdfunding imobiliário realizado pelo Urbe.me. Isto por conta do modelo disruptivo por meio do qual a empresa opera: “Quando percebemos, estávamos influenciando o mercado de capitais no país. Então, tivemos que negociar com a Comissão de Valores Mobiliários para simplificar os processos, e daí surgiu uma regra que permitiu colocar o crowdfunding no ar mais rapidamente”, conta.

“Uma baita oportunidade”

Beto Justus, da TecVerde, concorda plenamente : a geração de valor é para todos. Tanto no que se refere ao acesso a recursos para escalar o negócio quanto em relação ao propósito — que, para ele, é o grande diferencial. “O aspecto bacana dessa parceria é que ela junta empreendedores que compartilham do mesmo propósito, da mesma causa. E, com isso, foi criado um negócio que permite que esse propósito seja compartilhado com o público em geral”.

Por isso, a ideia de Paulo veio na hora certa: “O projeto dá uma rentabilidade boa para o cliente do Urbe.me, que é a pessoa física; e, ao mesmo tempo, traz um recurso competitivo em relação aos outros modelos de financiamento com que trabalhamos, e tudo isso de forma ágil”, completa Beto.

Os empreendedores são unânimes em relação ao papel “conector” da rede de contatos. “Foi graças à sinergia entre os empreendedores que conseguimos enxergar essa oportunidade.”

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O post Somar forças para multiplicar valor: conheça o projeto que nasceu do encontro de três empreendedores da rede Endeavor aparece em Endeavor.

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Para viver o momento da virada: os 10 vídeos mais vistos de 2017

Não existe nada mais extraordinário do que o momento da virada. Pode ser na vida, nos negócios ou no Ano-Novo. Para inspirá-lo nesse período, assista aos vídeos mais vistos no YouTube da Endeavor em 2017.

A vida de quem empreende é como um eterno salto de trapézio. Quando o balanço parece confortável demais, surge em você uma vontade de dar um novo salto para ver o que o espera ali na frente. É preciso coragem, ânimo e vontade para saltar. Mas no momento em que você flexiona os joelhos, ganha impulso e salta, é como se estivesse cruzando o vazio por um momento. No meio tempo entre soltar a barra detrás para capturar a que está logo à frente, você está suspenso no ar. Esse movimento o tira, literalmente, o chão. E por mais assustador que possa parecer, é o momento perfeito de mudar algumas certezas de lugar, se lançar a novos desafios e enxergar além — aproveitando a vista lá de cima.

Os vídeos mais vistos de 2017 são como impulsos para você dar um novo salto. Alguns o inspiram a ganhar o impulso que faltava. Outros o preparam para o trapézio que o espera lá na frente. Seja quais forem seus planos para 2018, que o salto seja leve, alto e o leve sempre para cima e adiante.

1) Day1 | Paola Carosella: “Os sonhos que eu tenho não têm limite”
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Paola estava sentada no chão da sala, de madrugada, com uma folha de papel na mão. De um lado, ela escreveu tudo o que tinha até então e o que gostaria de ter dois anos depois. Naquele momento, com uma filha de 2 anos dormindo no quarto, Paola decidiu assumir uma dívida milionária e comprar a parte dos sócios no restaurante que gerenciava. Esse foi o Day1 de Paola Carosella.

No palco da Sala São Paulo, diante de mais de 50 mil pessoas assistindo ao vivo e online, ela contou a sua história. Com a coragem e sensibilidade de saltar do trapézio sem medo de perder o chão.

“Minha riqueza vem de olhar para trás e saber que eu sonhei alguma coisa, que consegui fazer, e de olhar para frente e saber que esses sonhos que eu tenho não têm limite e que eu não vou parar.“

2) Day1 |”O impossível é apenas o começo de todas as possibilidades” – Luiz Seabra
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No início, a Natura era apenas uma pequena portinha na Rua Oscar Freire, onde antes existira uma borracharia. Mas a visão que Luiz Seabra tinha de criar produtos que tratam da pele, do corpo e do cabelo, mas que falam ao coração, transcendeu o tempo e transformou o pequeno negócio em uma das maiores marcas de cosméticos do mundo.

No fundo, a profecia de seu amigo Sana Khan estava certa:

“Eu vejo um trator, que vai se mover muito lentamente no início, mas vai gerar uma força que nada conseguirá deter. Vai alimentar legiões material e espiritualmente. Semear é o seu destino.” Aquela era a Natura. E à frente, semeando a transformação, estava Luiz Seabra.

3) Day1 | Caio Bonatto: Não existe desculpa para não fazer

Caio Bonatto e seus sócios tinham todas as desculpas para não sair do lugar: não tinham toda a mão de obra, não tinham todos os recursos financeiros, não dominavam totalmente a tecnologia ou o mercado. Mas eles tinham uma certeza muito grande de aonde queriam chegar: ao sonho.

Foi ainda na faculdade, numa salinha desarrumada emprestada pelo pai, que ele se juntou a outros 5 amigos para revolucionar a forma como as coisas eram feitas na engenharia. Nunca se sentiram completamente prontos para transformar um setor inteiro, mas isso não importava muito:

“Se você acredita no que você faz de corpo e alma, é começar e botar pra fazer.”

4) Empreende[dor] | Wilson Poit: “Se o negócio quebra, começa de novo”
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Poit tinha 40 anos quando teve a ideia do negócio que realmente mudou sua vida. A Poit Energia surgiu para fornecer um serviço completo no aluguel de geradores — do cabeamento aos profissionais de plantão, além das máquinas. Foi com seu pai, quando ainda trabalhava na roça, que aprendeu os valores que o tornariam um empreendedor de impacto.

“Se o negócio quebra, começa de novo; o pior é aceitar andar de lado a vida inteira”

5) Controlar tempo é chato, perder dinheiro é muito mais
Visto por 28.474 pessoas

Menos de 40% do tempo dos profissionais é gasto com o que eles foram, efetivamente, contratados para fazer: o restante se perde em reuniões, e-mails, busca e consolidação de informações…

No primeiro episódio desta websérie, Antonio Carlos Soares, cofundador da Runrun.it, mostra que o desafio do empreendedor é ajudar o time a aumentar esse índice: investir o tempo, esse ativo tão valioso, naquilo que é mais importante, que causa mais impacto. Assim, ganha-se produtividade.

[eBook] Criando Equipes Altamente Produtivas

6) Day1 | Pedro Lima: Empreender é criar valor sem jamais nos esquecermos de onde viemos
Visto por 26.295 pessoas

Pedro Lima tinha 20 anos quando resolveu deixar a faculdade de agronomia e voltar para São Miguel, no Rio Grande do Norte, para cuidar dos negócios do pai.

Ligou para os dois irmãos mais novos, Paulo e Vicente, e os convenceu a voltar também. Só faltava explicar essa decisão para a dona Joana:

“Ela chamou a gente de louco. Ligou para os meus irmãos mais velhos, tentou convencer a gente, mas não teve jeito. O grande projeto de vida de mamãe era mandar a gente estudar fora para ter futuro. Mas ao mesmo tempo a gente nunca se afastou muito dos negócios de papai”.

7) O que é o Planejamento Estratégico Pessoal
Visto por 25.419 pessoas

Você não é uma pessoa dentro da sua empresa e outra fora dela — então por que seu negócio tem um planejamento estratégico mas sua vida não?

No primeiro episódio desta websérie, Adir Ribeiro, fundador da Praxis Business, introduz o que é o PEP (Planejamento Estratégico Pessoal) e como uma reflexão sobre seu desenvolvimento pode inspirar seu sucesso.

[Use a ferramenta!] Planejamento Estratégico Pessoal

8) Day1 | José Renato Hopf: “Não sou fundador de nada, sou um engajador de fundadores”
Visto por 20.181 pessoas

Quando José Renato Hopf foi montar a GetNet, sabia que ia precisar trazer gente muito boa para o barco se quisesse brigar com duas gigantes globais.

Encontrou. Afinal, para uma startup dar certo, é preciso um time de empreendedores. Em pouco mais de uma década, o negócio já valia mais de R$ 1 bilhão.

Mas desde pequeno ele tem o sonho de mudar o mundo por meio da tecnologia, por isso não descansou depois de vender a empresa. Tratou de engajar outros fundadores para empreender a 4all, uma plataforma digital all-in-one que promete revolucionar o mercado.

9) Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”
Visto por 20.074 pessoas

Podem passar os anos, mudar o foco dos investimentos e até o valor das aquisições, mas em uma coisa Jorge Paulo Lemann sempre acreditou: quem faz uma empresa são as pessoas.

Em conversa com Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor Brasil, e empreendedores convidados, ele conta um pouco mais sobre gerar oportunidades.

10) A Liderança de Bernardinho: construindo times exponenciais
Visto por 20.013 pessoas

“Quando você tem uma medalha de ouro, ganhar uma de prata é como perder. O mais difícil do sucesso é se manter nele”, contou Bernardinho. Em um bate-papo exclusivo no Scale-Up Summit, o ícone do vôlei também falou sobre os desafios de lidar com a pressão externa, que às vezes passava a imagem de “descontrolado” e, em caso de vitórias, de “líder”. E ele não parou por aí, Bernardinho relatou a batalha com a vaidade, que infecta muitos empreendedores ao longo do caminho.

“Todos os dias você precisa pisar na vaidade para que ela não te deixe tropeçar”. A vaidade que cega impede que os empreendedores vejam e compreendam seu papel na transformação do Brasil. “Eu já recebi muitos convites que seriam muito interessantes, mas eu fico me perguntando se é a hora de eu sair do Brasil. De virar as costas. Eu não me sentiria bem sabendo que não fiz nada. Ninguém deveria.”

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A organização depende muito de mim. Como quebro essa dependência?

Existe um caminho para a sua empresa ganhar autonomia. Mas, a verdadeira pergunta a ser feita é: você está preparado?

A palavra confiança tem sido muito mal usada por gurus, consultores e gestores quando eles tentam colocá-la em uma condição fundamental para a prosperidade das empresas. Você, por exemplo, confiaria o conserto do seu carro a um marceneiro? Ou sua saúde a um mecânico?

Sem querer ser injusto com a boa intenção e a moral das pessoas, mas todo sistema social (e isso inclui as empresas) precisa de um mínimo de desconfiança instalado para que as coisas funcionem bem. Por exemplo, quando você vai procurar um médico, seu lado desconfiado quer saber onde ele se formou, checa referências com amigos… Governos autorizam universidades a formar médicos. E existem órgãos que fiscalizam sua atuação.

Ou seja, nós, como indivíduos e membros de uma sociedade introduzimos a desconfiança para que possamos confiar. Se não encontrarmos um mínimo de critérios que atenda às exigências da nossa desconfiança simplesmente não confiamos.

E funciona da mesma forma para empreendedores. É comum a crítica de que empreendedores não conseguem confiar nas pessoas que estão na suas empresas e que, portanto, tendem a controlar, aprovar e saber de tudo que se passa nelas. Eles não confiam que alguém possa tomar conta da sua criação melhor do que eles mesmos. E no final acabam mantendo pessoas e processos que convivam com essa realidade reforçando esse padrão na cultura de sua empresa.

Como tudo tem que passar pelo empreendedor (e pela sua desconfiança), essa dependência limita o crescimento da empresa à disponibilidade do empreendedor — ou ele não consegue ver tudo, e a empresa acaba quebrando por ausência de sua atenção (já que ele é um só).

Encontrei muitos empreendedores nessa situação. Na maioria das vezes, quando conversávamos, eles se surpreendiam quando eu afirmava que eles realmente tinham que desconfiar que as pessoas poderiam fazer as coisas de forma certa (esperavam mais um discurso a favor da confiança). Mas eu deixava claro que a desconfiança tinha que ser transferida dele, como líder, para a gestão da empresa. Ou seja, teria-se que investir em processos, sistemas e indicadores que permitissem que a gestão do negócio cuidasse da desconfiança, e não o empreendedor.

Quando bem transferida, a desconfiança continuará existindo, mas a percepção pelas pessoas se reduz significativamente, já que processos e responsabilidades bem definidas diminuem a necessidade de ter que pedir conselhos e aprovações a toda hora como se elas não fossem capazes de executar por si mesmas.

O primeiro passo nesse sentido é entender como funciona a cabeça do empreendedor. Empreendedores que foram bem-sucedidos geralmente criaram um modelo de negócio que os diferenciam de competidores, ou de alternativas no mercado. E é muito comum que os empreendedores mantenham os detalhes desse processo consigo já que, até que suas empresas se tornassem bem-sucedidas, eles viveram uma sucessão de erros e acertos que só eles conhecem.

Compreender essa história e o que diferencia o negócio pela ótica do fundador é essencial para se poder desenhar e implementar os processos, sistemas e indicadores que permitirão a execução. Ao transferir a desconfiança do empreendedor para o sistema, se elimina a dependência ou o gargalo antes na figura do empreendedor e se cria escalabilidade (ou capacidade de replicar o modelo) do negócio. Libera-se potencial!

Mas existem armadilhas nesse caminho e elas estão associadas ao quanto o empreendedor criou vínculos e hábitos emocionais com seu papel. Ele se acostumou a controlar tudo e com o poder que exercia. Assim, mesmo quando se estabelece processos novos, que representam como ele pensava e agia, frequentemente ele mesmo os desrespeita para impor a sua vontade. De forma inconsciente, ter que se submeter a um processo, mesmo que definido ou aceito por ele, significa perder sua posição de autoridade e de alguém que sempre estava por cima de tudo.

O fato de as pessoas o procurarem menos (já que agora se baseiam nos processos) representa uma lacuna de atenção que o empreendedor estava acostumado. Empreendedores aumentam sua autoconfiança na medida em que são mais bem-sucedidos e não se acostumam com a ideia de que alguém pode fazer algo melhor do que ele.

Um outro risco vai pelo lado contrário. Gosta-se tanto da brincadeira de estabelecer regras que se exagera e se cria uma burocracia (o extremo da desconfiança). Burocracia torna a empresa lenta, aumenta a tensão entre indivíduos e a percepção de desconfiança vai a níveis patológicos.

Existe, portanto, um ponto ótimo nesse processo e algumas dicas ajudam a evitar cair na armadilha:

  1. Tenho sido um defensor de conselhos consultivos já que eles, quando bem selecionados, criam um instância para se confrontar o empreendedor e garantir a discussão apropriada de temas relevantes ao futuro do negócio. Conselhos consultivos são excelentes para garantir que o empreendedor siga no caminho das suas decisões, como a de por exemplo, continuar no caminho da implementação de processos, sistemas e indicadores de gestão. Muitas vezes um dos conselheiros pode ser a pessoas de confiança do empreendedor a qual ele sente a vontade para discordar e lembrá-lo, de forma indireta, que ele não tem toda a verdade.
  2. Ter consultores de gestão experientes para compreender o empreendedor e ajudar na criação de processos, sistemas e indicadores. E envolver a equipe na hora de defini-los já que estes têm muitas vezes informações relevantes de como as coisas são feitas na organização.
  3. O aperfeiçoamento da gestão da empresa usualmente implica ter uma estrutura organizacional mais funcional. O processo de definição de uma estrutura organizacional está intrinsecamente ligada ao desenho de processos. No artigo Qual a melhor estrutura organizacional para a minha empresa crescer? dou dicas de como esse processo pode acontecer que são também úteis para e se criar processos e indicadores que consideram a história e o diferencial da empresa.
  4. Mas também é necessário cuidar do empreendedor. A perda de poder que esse caminho implica, somada a pessoas procurando menos o empreendedor, gera a necessidade de ele mudar o seu comportamento como gestor. Existe uma transformação de poder, onde este passa de um poder por pura autoridade para um poder exercido por meio de acordos e definições. Ele não decide mais sobre tudo a toda hora, mas eventualmente. Coaches ou terapeutas podem ser essenciais para ajudar o empreendedor, se ele aceitar.

Se o gestor não se transformar, corre-se o risco de tudo voltar para trás. E a organização, com o passar do tempo, para de acreditar que a transformação é possível. Isso significa limitar o crescimento e limitar as possibilidades de futuro da empresa. Infelizmente, essa possibilidade ocorre constantemente. É uma escolha, na maioria das vezes inconsciente, entre a relevância do empreendedor e o futuro da empresa.

Veja também os outros artigos da série:

Como a personalidade do empreendedor afeta o negócio: série de 8 artigos

Qual a melhor estrutura organizacional para a minha empresa crescer?

Será que consigo estruturar meu negócio para pensar mais na estratégia?

Eu sei que sou difícil: como conhecer suas limitações pode impactar o seu negócio

O post A organização depende muito de mim. Como quebro essa dependência? aparece em Endeavor.

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eBook | Estratégia de Crescimento: no que focar em cada fase do seu negócio?

O mercado está correndo em uma nova velocidade. As empresas crescem mais rápido, as startups desconstroem mercados inteiros e uma nova lógica de mercado se forma. Como planejar o crescimento da sua empresa e um cenário como esse?

Nada de grandioso teria sido construído no mundo se as pessoas não estivessem reunidas em grandes grupos, com um mesmo propósito. Ele é a cola que nos une como grupo, família, empresa ou nação. Foi assim que construímos as pirâmides, povoamos o planeta inteiro — e sonhamos inclusive em povoar outros.

Com as empresas, o crescimento também é assim. Um negócio de três fundadores passa a ter 15 pessoas, ganha escala e velocidade e, poucos anos depois, já impacta milhares de pessoas, entre funcionários, clientes e parceiros. Esse modelo de crescimento acelerado é chamado por Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, de Blitzscaling.

Ele divide o desenvolvimento dos negócios em diferentes fases, cada uma com seus desafios e marcos a serem alcançados. Assim, as empresas passam pelos estágios de:

Famílias: Quando a empresa inteira cabe em uma sala;

Tribos: Foco na execução para escalar o que você já faz muito bem;

Vilas: Hora de criar um plano de crescimento, contratar rápido e não olhar para trás;

Cidades: Desafio de ganhar eficiência sem perder a velocidade;

Nações: a estratégia é global e escalar a cultura é o maior desafio.

Se foram necessários séculos para que famílias da Mesopotâmia criassem algo similar a uma nação, hoje os empreendedores constroem empresas de impacto global em menos de 10 anos. Essas são as chamadas Scale-Ups: negócios marcados pela alta velocidade.

Então o que é preciso para o empreendedor formar uma empresa com o mesmo impacto e tamanho de uma Scale-Up?

Inspirada pela primeira edição do Scale-Up Summit, a Endeavor criou um eBook que reúne os aprendizados das empresas que estão vivenciando na pele os desafios de crescer em alta velocidade: do estágio de famílias ao de nações. A cada capítulo, entenda quais são as estratégias das empresas que mais crescem no Brasil e inspire-se também a construir um grande negócio.

Mais do que encaixar sua empresa em um dos estágios levando em consideração o faturamento ou o número de clientes B2C, o objetivo desse guia é que você identifique seus desafios e o que precisa superar para subir um degrau e crescer. Com mais clareza desse momento, e enxergando na fala de outros empreendedores a sua realidade, você pode enxergar a estratégia da sua empresa com o olhar de priorização daquilo que é mais urgente ser feito para sua empresa superar as dores de crescimento.

Prepare-se para a jornada de crescimento!

Faça o download do eBook clicando aqui ou na imagem abaixo.

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