De empreendedor para investidor: como construir uma relação ganha-ganha

Em uma mentoria coletiva, Fabiana Salles, da Gesto, e Patrick Arippol, do fundo DGF, compartilharam como têm criado uma boa parceria como empreendedora e investidor. Veja agora os principais pontos desta inspiradora conversa.

Um dos grandes desafios de quem empreende é entender melhor como funcionam as relações com possíveis investidores. E isso, desde o começo: quando buscar investimento? O que um investidor procura numa potencial empresa a ser investida? O que procurar em um investidor para dar certo? Como abordá-lo? Como deve ser a relação diária nas operações?

Estas são apenas algumas das perguntas que costumam tirar o sono de quem está em busca de um aporte. Mas, recentemente, Fabiana Salles, empreendedora da Gesto, e Patrick Arippol, do fundo DGF, deram algumas respostas valiosas durante uma mentoria coletiva sobre investimento realizada pela Endeavor e pelo Santander para os empreendedores do programa Radar Santander.

Neste artigo, selecionamos alguns dos principais pontos debatidos, para que você entenda melhor como teve início uma bem-sucedida parceria entre investidor e empresa investida.

“Será que você me ajuda?”

Fabiana Salles começou explicando o contexto de seu negócio — a Gesto Saúde e Tecnologia (GST). A empreendedora comentou sobre como sempre quis ser pioneira no desenvolvimento de soluções para auxiliar grandes companhias e operadoras a gerir de maneira eficiente a saúde de funcionários e toda a cadeia envolvida.

Ela contou que, quando pivotou a empresa para o modelo SaaS (software como serviço), começou a receber propostas de aquisição do mercado. Mas não se precipitou: queria respondê-las de forma adequada, então procurou um conselheiro. Já naquele momento ela sabia que não queria vender, mas um investimento poderia contribuir muito para a empresa crescer. “Será que você me ajuda?”, perguntou ela para o “advisor”.

Na mesma época, começou a frequentar eventos — foi quando conheceu o Patrick e a DGF. Descobriu a boa reputação do fundo, mas resolveu aprofundar a pesquisa: conversou com as empresas investidas por eles. Só então escolheu trabalhar com o fundo. E a relação tem sido frutífera: “A DGF agrega bastante valor e agora estamos na fase de buscar uma nova série de investimentos”, contou Fabiana. “O Patrick está ajudando, está fazendo as pontes”.

Equipe fora de série

Já Patrick começou apresentando seu ponto de vista sobre a parceria. Lembrou que o DGF é um fundo de investimento com dois braços: Venture Capital e Growth, e que investe em poucas empresas.

Depois, revelou o que chamou a atenção na Gesto: “Uma experiência profunda sobre os desafios do segmento de saúde e uma equipe fora de série”. De acordo com ele, o processo de se construir uma relação entre investidor e investido está muito calcado nessa troca de experiências.

Hoje, Patrick e o DGF estão muito satisfeitos com o investimento, principalmente por esse caráter de troca. “A gente aprende muito, também. É uma via de duas mãos. A gente quer ajudar nas questões estratégicas, mas nas questões do dia a dia a gente não põe o dedo”.

“Saber que não sabe”

De acordo com Patrick, o principal componente de sucesso dos investidos é uma característica dos sócios fundadores: a honestidade intelectual. “É saber que não sabe”, conta ele.

Por um lado, o empreendedor que tem a tenacidade de rapidamente avaliar uma situação de mercado para entender, antes, se precisa mudar completamente ou mudar um pouco. Por outro lado, “tem gente cujo drive é excessivo, gente que não ouve o mercado”, confidencia o investidor. E, por conta disso, a empresa vira um gargalo, porque o empreendedor está fazendo muito mais do que deveria.

A avaliação do time por parte do investidor

Para Patrick Arippol, a boa e velha analogia com o matrimônio ainda é muito eficaz. “Você está se juntando pra tentar fazer mais do que as pessoas individualmente — e é muito dia de chuva e dia de sol, de felicidade e de tristeza”, revela.

Da parte do fundo, ele compartilha alguns procedimentos: “A gente checa referências, mas não só: a gente se aprofunda e conhece especialmente no contato direto”. Mas nada de acelerar o processo.

O que fazer nos momentos de “chuva”?

Já Fabiana Salles conta sobre os momentos mais delicados da “relação”. Talvez o principal tenha sido a pivotagem para o mercado de corretagem: não foi fácil esperar pelo momento certo.

“Quando a gente fez a primeira captação, eu achava que o mercado de corretagem era muito forte”, conta ela. “Eu era muito questionada sobre os motivos pelos quais não virava uma corretora de seguros”. Alguns dos fundos até vinham e perguntavam a vontade da Fabiana de entrar nesse mercado, mas a resposta era enfática: “nenhuma”.

Patrick, por sua vez, entendeu que não era o momento. Da parte do DGF, não houve pressão, o que foi muito importante para a Gesto. “Fizemos pivot no final do ano passado, trazendo a corretagem. Ampliou muito o mercado, foi no momento certo”. Tem a ver com o “saber que não sabe”, com ouvir o mercado. “Foi um momento delicado, de tensão, mas a relação com o fundo permitiu que passássemos por ele sem grandes problemas, e com ganhos”.

O investidor também precisa saber ouvir

Sobre qual critério de escolha usou na procura pelos fundos, Fabi Salles ecoa Patrick: saber ouvir.

“Para o investidor, também cabe isso: será que ele sabe te ouvir? Ele não está com você no dia dia, ele não está no seu lugar. Então, essa capacidade de ouvir o empreendedor e entender as dores de cada momento é algo fundamental. De minha parte, puxei um pouco da história das empresas investidas para entender como o potencial investidor agiu nos momentos mais difíceis. Tem alguns casos que são desastrosos, mas felizmente eu ouvi mais histórias positivas”.

E qual é o momento certo de vender a empresa?

De acordo com Patrick Arippol, esta é a “pergunta de um milhão de dólares”. Para ele, a questão esbarra na ansiedade de empreendedores, e mesmo de investidores: “Quando fiz a captação da minha startup, eu me frustrei muito, porque os fundos nem tinham entrado e já falavam sobre saída. Achava que tinham um foco excessivo em saída”.

O investidor afirma que são necessárias disposição e paciência para aguardar o momento certo. “Ter a disposição para encarar e estar junto por pelo menos quatro anos para fazer acontecer. É música pros nossos ouvidos quando os empreendedores falam ‘vamos tocar a vida’, mas tem que ter uma reflexão. Os caminhos de saída são principalmente estratégicos, nunca afobados”.

Para se aprofundar, veja também:

Investimento-Anjo: checklist do Empreendedor

Captação de investimento: como se preparar para fazer um bom negócio para a sua empresa de hoje e de amanhã

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O sonho cresce junto com o empreendedor: o que aprendemos com a história de Elon Musk

Se hoje Elon Musk é um dos empreendedores com maior potencial de mudar o mundo, o que o fez chegar até aqui? E mais: como nós podemos nos inspirar para que nos tornemos o Elon Musk de outras indústrias?

Em frente a uma multidão de clientes e colaboradores, ali está ele. Desta vez, com um produto que promete revolucionar seu setor e o mundo de forma definitiva. A cada momento em que ele conta algo novo sobre o que está sendo lançado, precisa parar de falar tamanho o alvoroço e o volume de palmas da multidão emocionada.

Pode parecer que estamos falando de Steve Jobs quando lançou o iPhone, mas dessa vez quem está no ápice de seu jogo é o empreendedor Elon Musk, que em novembro de 2017 acaba de revelar dois novos produtos:  um carro superesportivo que chega de 0 a 100km/h em 1,9 segundos e um caminhão, ambos 100% elétricos. Este anúncio tem o propósito de popularizar ainda mais veículos elétricos no mundo, torná-los mais acessíveis, autônomos e “sexy” de uma forma que eles nunca foram.

Elon é um showman improvável, é um pouco gago e um nerd autêntico. É formado em Economia e Física e gosta (muito) de foguetes. Porém, ele não é apenas um nerd.

Ele é hoje, talvez, a pessoa que tem maior potencial de mudar o mundo com as empresas que cria.

A maior parte dos empreendedores começa pequeno e não imagina quão longe vai chegar. É difícil tangibilizar exatamente como tudo vai acontecer. Exatamente como começou a história deste empreendedor serial que nasceu na África do Sul de forma simples e nada previsível, bem longe do Vale do Silício, onde reside há mais de duas décadas. Ele emigrou para o Canadá ainda adolescente e, logo em seguida, para os Estados Unidos. Depois de se formar na Universidade da Pennsylvania, foi para San Francisco em um carro velho empreender no ano de 1995.

Morou em um apartamento que também era o seu escritório e lá criou com alguns amigos uma empresa chamada Zip2, com capital inicial de US$ 28 mil emprestados do pai. A empresa era uma espécie de páginas amarelas virtual, que após alguns anos foi vendida para a Compaq por mais de US$ 307 milhões. Esse foi seu primeiro grande sucesso, dos muitos que teve.

Metas cada vez maiores

Quando o tamanho das conquistas muda, muda também o tamanho das metas. Isso é evidente na forma como Elon adaptou seus objetivos ao longo do caminho. Como todos os empreendedores brilhantes, ele sempre criou seus modelos de negócio desconstruindo a forma como as coisas tradicionalmente são feitas, repensando modelos pré-concebidos. Assim, em 1999 constatou que a internet iria revolucionar o sistema bancário, previu a revolução das fintechs muito antes de o termo se tornar “pop”.

Criou a empresa de meio de pagamentos X.com, que se fundiu um ano depois com o Paypal, mudou o paradigma do pagamento online e foi vendida para o eBay por US$ 1,5 bilhão em 2002. Ele era, na época, o maior acionista da empresa, com cerca de 11% de participação. Nesse momento, poderia ter se aposentado ou se tornado um investidor de outras companhias, como muitos o fazem, mas decidiu não só continuar, como dar duas das cartadas mais arriscadas da sua vida. O alvo mudou novamente, dessa vez de forma absurdamente grandiosa!

Criou em 2002 a SpaceX e em 2003 adquiriu uma startup recém-inaugurada chamada Tesla Motors. Talvez nunca nenhum outro empreendedor na história da humanidade tenha tido a ousadia de traçar logo na fundação da empresa propósitos tão ambiciosos quanto os que Elon Musk definiu para esses novos empreendimentos. E em duas empresas ao mesmo tempo!

A SpaceX reinventou a maneira como se transporta cargas ao espaço. Diminuiu historicamente o custo dos voos de foguetes, terceirizando fretes para a NASA, Facebook e outras empresas de tecnologia. Fez isso utilizando técnicas de fabricação “lean” (enxuta), que são mais eficientes, e teve a ideia disruptiva de reaproveitar os foguetes fazendo-os pousar de volta ao solo na vertical.

O custo de “frete” por quilograma enviado à Estação Espacial Internacional hoje de um foguete SpaceX é quase 60% menor que o da NASA. Além disso, a empresa privada enviou mais missões ao espaço em 2017 do que qualquer nação do mundo, incluindo a Rússia. O propósito da SpaceX é quase inacreditável, massivo e, se atingido, muda a história: “Tornar a humanidade uma espécie multiplanetária”.

Resolver problemas cada vez maiores

O propósito da Tesla, empresa que fabrica veículos elétricos e opera na área de energia solar e baterias, não poderia ser menos importante. Em 2006 Elon Musk escreveu um MasterPlan (Plano Diretor) para a empresa, que dizia: “O propósito da Tesla Motors (e a razão pela qual estou fundando a empresa) é o de acelerar o movimento de transição de uma economia baseada em mineração e queima de hidrocarbonetos para uma economia solar e elétrica, a qual acredito ser primariamente, apesar de não a única, solução a sustentabilidade.”

Envolvendo-se cada vez mais com os problemas difíceis de resolver da civilização humana, o sonho se tornou gigante!

Ao longo da década seguinte após criação das duas empresas, Elon quase perdeu todo o dinheiro que havia feito com o Paypal, pois demorou mais que o esperado a monetizar suas ideias, porém prevaleceu.

No início da Tesla Motors criou a primeira versão do Roadster, um veículo esportivo 100% elétrico que custava o preço de um Porsche, com o intuito de aos poucos ir criando produtos de maior escala e menor custo. E foi o que aconteceu: nos anos seguintes a Tesla lançou o Modelo S e o Modelo X, menos caros, que hoje são tidos como dois dos melhores carros do mundo em termos de conforto, segurança e tecnologia.

Como não havia fornecedores disponíveis, aperfeiçoou dentro de casa o processo de fabricação das baterias de Íons de Lítio, o componente mais caro e complexo. Ele diminuiu fortemente seu custo por meio da criação da Gigafactory, uma fábrica de mais de 1,2 milhão de metros quadrados no deserto de Nevada. Com a maior escala, o custo das baterias diminuiu, com o custo mais baixo, houve maior demanda e, portanto, maior escala. Assim, se deu um ciclo virtuoso que permitiu que Elon Musk lançasse um produto que agora compete em preço e design com os veículos a combustão tradicionais produzidos em massa: o Modelo 3.

Uma das façanhas do lançamento do Modelo 3 foi que, com a popularidade que a Tesla já havia atingido no mundo, a empresa decidiu cobrar US$ 1.000 para cada interessado em reservar uma unidade (Retainer). O resultado, sem que ninguém sequer houvesse visto o novo veículo, foi a reserva de mais de 360 mil unidades. Ou seja, a companhia levantou por volta de US$ 360 milhões antes de apresentar o produto.

As primeiras unidades seriam entregues apenas em julho de 2017, mais de um ano depois do lançamento. Grande parte dos clientes que pagou pela reserva receberá seu Modelo 3 em 2018. Os caminhões e o novo Roadster começarão a ser entregues apenas após 2019. Esse é o símbolo da confiança que a marca criou.

A Tesla adiantou em vários anos o crescimento dos setores em que atua. Não fosse por sua popularidade, nossos pais e avós não conversariam no almoço de domingo sobre a inevitabilidade do crescimento da energia solar e dos veículos elétricos!

Os carros da Tesla fazem updates automáticos durante a noite e aperfeiçoam seus sistemas remotamente. Todos os carros que saem das fábricas hoje já possuem hardware para serem 100% autônomos, podendo viajar de uma cidade a outra sozinhos, hoje só não o fazem pois são limitados pelo software interno, que ainda não está pronto, e pelas leis de trânsito. É por isso que a empresa, que possui cerca de 30 mil funcionários e entregou um pouco mais de 76 mil veículos em 2016, tem valor de mercado maior que a Ford — que tem mais de 100 anos de história e entregou 6,6 milhões de veículos no ano passado!

A empresa cumpriu as promessas iniciais do MasterPlan e segue para o futuro não só revolucionando o setor automotivo, mas também o setor energético mundial. Até 2016, a Tesla se chamava “Tesla Motors” e nesse mesmo ano decidiu retirar o “Motors” do seu nome. A razão para isso se deu dez anos antes.

Em 2006, em uma viagem com dois primos ao festival Burning Man, Elon recomendou que abrissem uma empresa de energia solar fotovoltaica, pois aquele seria o futuro do setor elétrico. Os primos (Lyndon e Peter Rive) levaram a sério a recomendação e criaram a Solar City, empresa que se tornou nos primeiros 5 anos a maior operação de energia solar fotovoltaica dos Estados Unidos, instalando sistemas em mais de 360 mil telhados e empregando mais de 12 mil pessoas.

Elon investiu Seed Money (capital semente) na criação da SolarCity, era Chairman e o maior acionista da empresa até o momento de sua aquisição (obviamente) pela Tesla em 2016, por US$ 2,6 bilhões. A marca Solar City deixará de existir e se tornará Tesla Energy. Nas lojas da Tesla atualmente já são vendidos sistemas solares fotovoltaicos em conjunto com os veículos. A ideia é que os “postos de gasolina” se tornem carregadores elétricos nas garagens dos clientes, e o “poço de petróleo” migre para seus próprios telhados!

O sonho sempre tem que crescer independentemente da escala em que nos encontramos. Apesar das metas absurdamente ambiciosas que traçou no passado, Elon Musk continua querendo mudar ainda mais coisas. Ele, que se tornou, nos últimos anos, um dos homens mais ricos do mundo, viaja constantemente em seu jato entre Los Angeles (SpaceX) e São Francisco (Tesla), tem 6 filhos e continua investindo em ideias ainda mais excêntricas, como inteligência artificial, transporte de alta velocidade por túneis a vácuo (Hyperloop).

E quer fazer seus foguetes transportarem pessoas de um ponto a outro do mundo em minutos (Nova York a Shangai em 39 minutos). Iniciativas que visam cada vez mais revisar a forma tradicional como a humanidade faz as coisas.

Em uma entrevista recente ao TED ele deixou claro sua forma de pensar quando disse: “Eu não quero ser o salvador de ninguém. Eu só quero pensar no futuro e não me sentir triste”. Amém!

Para se aprofundar, veja também:

Ferramenta | Objetivos Estratégicos para Scale-Ups

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Kit | Como calcular o valor da sua empresa

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Do Instagram à Rock Content: 5 podcasts que revelam os bastidores de grandes negócios

Escute conversas exclusivas no podcast Canary Cast, do fundo Canary.

Criar um grande negócio, que gere impacto e tenha uma legião de clientes/consumidores/usuários/fãs é o sonho de muitos dos empreendedores. Só que, nessa jornada, há muitos percalços: pode ser que aquela ideia original não seja bem-recebida pelo mercado, obrigando a empresa a “pivotar” o negócio. Ou pode ser que o mercado nem exista direito na região, fazendo com que os empreendedores tenham a missão de “evangelizar” seu público sobre a validade da solução para um problema que as pessoas ou empresas nem pensavam que tinham. E, no meio disso tudo, é um desafio recrutar gente boa para materializar e executar o sonho.

A boa notícia é que outros empreendedores já passaram pelas mesmas situações e estão dispostos a compartilhar a experiência. Ouça alguns desses conselhos no Canary Cast, o podcast criado pelo fundo Canary, que tem entre os fundadores os Empreendedores Endeavor Florian Hagenbuch e Mate Pencz.

Você vai conhecer os bastidores de negócios como Instagram, Rock Content e DogHero, da boca dos próprios empreendedores, além de ouvir dicas sobre investimento e formação de times.

Confira os episódios e dê o play!

Mike Krieger (Instagram) — os bastidores da criação de um fenômeno

O Instagram, usado hoje por 800 milhões de pessoas por mês, surgiu de um projeto que não deu certo, o app Burbn (algo similar ao Foursquare). Mas não dá para dizer que a experiência é mal sucedida: os empreendedores Kevin Systrom e Mike Krieger perceberam que, se as pessoas não pareciam muito interessadas em fazer “check-in” nos lugares em que estavam, usavam bastante a função de colocar filtros nas fotos e compartilhá-las. Daí surgiu a ideia de fazer o pivot que deu origem ao app.

Neste bate-papo exclusivo, o brasileiro Mike Krieger compartilha os bastidores do crescimento do app e sua escalada rumo à escala global e dá conselhos sobre desenvolvimento de produto, gente (como atrair talentos sendo uma startup) e investimento.

“O empreendedor precisa sair do escritório, encarar as pessoas que vão ser seus usuários. O que nos mostrou que o Burbn não estava dando certo foi teste no mercado, sair para conversar.”

Fernando Gadotti (DogHero) — os segredos de criar um produto escalável

Criar um negócio escalável (em que a atividade — produção, vendas — cresce sem que os custos aumentem no mesmo ritmo) é o projeto de muitos empreendedores. Por isso, é comum que eles já pensem em automatização e ferramentas tecnológicas. Só que, no início da empresa, dada a falta de recursos (tanto financeiros quanto de gente), é preciso se concentrar justamente em “fazer coisas que não são escaláveis”, como ensina Paul Graham. O que vai ser automatizado e escalável no futuro tem que funcionar muito bem manualmente.

Neste podcast, o empreendedor Fernando Gadotti, cofundador da DogHero, algo similar a um Airbnb para cachorros, conta como fez isso na prática. Botando a mão na massa.

Diego Gomes (Rock Content) — o desafio de implantar um novo setor no Brasil

Nesta edição do podcast, Diego Gomes, cofundador da Rock Content, a principal empresa de marketing de conteúdo do Brasil, fala sobre o trabalho de praticamente fundar o setor no país. Um dos principais desafios foi atrair profissionais para uma atividade muito nova, com pouquíssima gente qualificada. Daí surgiram dois valores da companhia: aprender o tempo inteiro e também ensinar (tanto as pessoas quanto o mercado em si). A companhia, fundada em 2013, deve terminar o ano com 300 funcionários.

Ouça a conversa e veja as lições de Diego para formação de time, investimento e a estruturação das vendas de um negócio SaaS (Software as a Service).

Rodrigo Schmidt (ex-diretor de engenharia do Facebook e Luxe) – como estruturar um time de tecnologia

Como atrair talentos de tecnologia sendo uma empresa iniciante, sem os benefícios que podem ser oferecidos por uma grande organização? E que tipo de profissionais começar a recrutar: profissionais mais experientes ou apostar em novos talentos, que você possa treinar? E como motivar esse time?

Rodrigo Schmidt, profissional com passagens por Facebook, Instagram e Luxe, dá dicas preciosas sobre como cuidar do recurso mais precioso do seu negócio: gente.

Renata Quintini (sócia do fundo Lux) — o olhar do Vale do Silício sobre investimentos

Com grande experiência em investimentos em negócios de tecnologia, Renata Quintini compartilha, nesta edição do podcast, conselhos sobre a relação entre investidor e empreendedor. E quais são as possíveis ciladas dessa relação. Por exemplo, quem quem colocou dinheiro no negócio acabe interferindo demais na gestão. “Quem toca a empresa é o empreendedor. Meter-se demais é ruim”, aconselha ela. Veja as dicas dela sobre como iniciar e manter um relacionamento que seja benefício para as duas partes.

Para se aprofundar, veja também:

eBook | 5 Conselhos para se tornar um Empreendedor de Alto Impacto

Ferramenta | Planejamento Estratégico Pessoal

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Solitude: o hábito que ajuda empreendedores e negócios a evoluírem

Como transformar erros e acertos em aprendizado real que te ajuda a alcançar um novo patamar? Tudo começa com a prática da solitude.

É impossível desassociar. Para toda empresa crescer, o líder precisa crescer primeiro. Porém, mesmo sabendo disso, falta no dia a dia dos empreendedores algo muito importante que cria as condições para que essa evolução aconteça.

Primeiro o empreendedor, depois os resultados

Melhorar resultados, fazer a empresa crescer, buscar a produtividade máxima etc. Esses são alguns desafios empresariais e que acabam se tornando pauta na agenda de quem empreende. O problema é que o crescimento sustentável exige evolução. Quando o empreendedor não evolui, seu modelo mental e seus hábitos acabam segurando, emperrando e limitando o potencial do negócio. Daí a importância de se manter com a mente aberta.

A maneira de pensar e agir do fundador influenciam diretamente os resultados dos negócios, apesar de poucos perceberem esse impacto direto. A maioria continua olhando pela janela e buscando fora de si e do seu negócio os caminhos, as ferramentas, as soluções e o que for necessário para conseguir retomar o crescimento.

Essa busca “através da janela” algumas vezes traz resultados, mas esses resultados são voláteis, frágeis e inconsistentes. Por quê? Qualquer nova ferramenta, ideia ou estratégia que venha a ser implementada precisa encontrar no ambiente do negócio bases sólidas, mentes preparadas e hábitos e comportamentos que ativem, potencializem e sustentem os resultados atingidos.

Empreendedores com mentes fechadas não conseguem enxergar oportunidades e ameaças de maneira clara, por isso são muito mais reativos. Com essa visão, seus negócios não possuem um ambiente sustentável para novas ideias, crescimento e consistência na entrega do que prometem ao mercado. É preciso aprender e evoluir para que o negócio seja puxado pelos líderes. Então, como podemos aumentar as oportunidades de aprender e evoluir?

Não aprendemos errando nem acertando

Muita gente diz que aprendemos com os erros. Porém Jason Fried, fundador do Basecamp e autor do livro Reinvente a sua Empresa, diz que aprendemos muito mais acertando do que errando. Isso porque, quando erramos, aprendemos o que não fazer e, quando acertamos, aprendemos o que fazer.

O que você acha disso?

Bom, na minha visão, nós não aprendemos nem errando nem acertando. O aprendizado que nos leva à evolução tão necessária para o crescimento dos negócios só acontece de forma profunda quando, ao errarmos ou acertarmos, somos capazes de parar e refletir sobre a situação. Essa reflexão nos leva a entender o que aconteceu e qual a nossa responsabilidade nisso.

Sem reflexão, o aprendizado fica comprometido.

Imagine, por exemplo, um dia massa, em que você foi produtivo, conseguiu terminar suas tarefas e ainda conversar com o seu time. Agora, imagine que, ao terminar um dia como esse, você não faça nada. No máximo, comemora e agradece pelo que viveu. O que acontece se você agir assim? Acredite, muitos fazem apenas isso. Antes de responder a essa pergunta, vamos a outro cenário.

Imagine, nesse caso, que o seu dia foi terrível, nada deu certo, você acabou frustrado e super estressado. O que acontece se simplesmente você reclamar e pedir que jamais tenha um dia como esses novamente?

A resposta é a mesma para os dois cenários. O que acontece? Absolutamente nada! Isso mesmo, você não está criando nenhuma condição para evitar que dias ruins voltem a acontecer ou que dias bons se repitam cada vez mais. Na verdade, você está lançando cada dia à sorte ou ao azar.

Na prática, há vários meios para você aprender e evoluir com cada um desses cenários. Não são receitas, nem fórmulas mágicas, mas sim um hábito cultivado a cada dia.

Um hábito para ajudar na sua evolução

Descobri há pouco tempo essa prática e, desde então, tem feito parte da minha rotina. Nas pesquisas que fiz para escrever o livro CURA Empresarial, entrevistei alguns empreendedores e profissionais que cultivavam um hábito de grande impacto em suas jornadas. A questão é que eles não nomeavam esse hábito, apenas o repetiam. Foi pesquisando mais que encontrei o que seria uma palavra, mas que na verdade pode ser uma ferramenta de autodesenvolvimento para o empreendedor.

“A linguagem criou a palavra solidão para expressar a dor de estar sozinho e criou a palavra solitude para expressa a glória de estar sozinho.” Paul Tilich

Praticar solitude. Isso mesmo. Na solidão, temos o desejo de ter companhia, porém não a encontramos. O empreendedor que gostaria de ter um sócio, por exemplo, mas não encontra ninguém para preencher esse vazio, se sente solitário. E com a solidão, vem a tristeza.

Por outro lado, estar sozinho não necessariamente gera tristeza e vazio. Quando o empreendedor fica sozinho para colocar a cabeça no lugar, organizar seus pensamentos, refletir sobre o seu negócio e seus comportamentos como líder, está praticando a solitude. Esse momento de pausa passa a ser algo produtivo, saudável e que pode gerar grande aprendizado e evolução, seja refletindo sobre os seus erros e como corrigí-los, seja abrindo caminho para que os acertos de hoje sejam a base das próximas ações.

Em vez de janela, espelho

Algumas práticas de mercado como o benchmarking e a análise de concorrência incentivam o empreendedor a buscar inspiração olhando pela janela. A janela mostra o que está acontecendo do lado de fora, mas também é importante que o empreendedor desenvolva o hábito de olhar no espelho.

“O espelho é a única janela de sua casa que não te mostra o lado de fora.” John Maeda

O espelho é a janela que nos mostra o lado de dentro. E é isso que o empreendedor precisa desenvolver como hábito para evoluir. Olhar mais para dentro de si, refletir mais, praticar mais solitude de uma maneira intencional, planejada e com objetivos claros de autoavaliação como líder.

Solitude na Prática

Você pode praticar a solitude enquanto estiver na academia, no almoço, numa paradinha para o café, no trânsito indo e voltando para casa, após reuniões, eventos etc. Em momentos nos quais você considera importante extrair um aprendizado. Mas, você também pode determinar momentos na rotina para praticar a sua solitude, para colocar as ideias no lugar, pensar, refletir, decidir e depois agir.

Para começar a praticar, faço uma sugestão de prática para você se inspirar:

  1. Determine um momento do dia, preferencialmente no final do dia;
  2. Escolha um lugar onde não haja interrupção nem distrações;
  3. Pense em momentos importantes do dia: O que aconteceu que você gostou e gostaria que se repetisse? O que aconteceu que você não gostou e gostaria que não mais acontecesse? O que não aconteceu, mas que você adoraria se tivesse acontecido neste dia? Você também pode fazer isso pensando na sua produtividade do dia ou nas metas. O dia foi produtivo? Alcançou suas metas do dia ou da semana?
  4. Anote;
  5. Por fim, faça a seguinte reflexão: O que deu certo, por que deu certo? Que comportamentos seus contribuíram? O que não deu certo, que comportamentos seus atrapalharam?
  6. Escreva o que você aprendeu que pode te ajudar a fazer o dia de amanhã ou a próxima semana melhor.
  7. Faça um plano de ação simples: O que você precisa fazer amanhã? O que você precisa evitar amanhã?

Repita isso todos os dias, com o passar do tempo você pega a prática. A cada dia ou semana, vá analisando se houve evolução. Você também vai perceber que, em alguns casos, vai ser necessário contar com a ajuda externa: um mentor, amigo ou profissional para ajudar nessa evolução.

E aí preparado? então aja já!

[Ferramenta] Planejamento Estratégico Pessoal – Como tomar decisões alinhadas ao propósito

5 ferramentas para empreendedores encontrarem seu propósito pessoal

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Conheça as empresas selecionadas para o programa Scale-Up Endeavor Agrotech

Doze empresas com alto potencial de crescimento foram escolhidas para o Scale-Up Endeavor Agrotech. Cada uma vai receber mentorias e diagnósticos de desafios, entre outros benefícios.

Que o agronegócio brasileiro é um território repleto de oportunidades, todo mundo sabe. O país tem tudo para se tornar cada vez mais uma potência no setor. E embora já figuremos entre os primeiros produtores de vários itens, ainda há campo para crescermos muito mais — principalmente em áreas em que o país ainda tem muito a se desenvolver, como aplicações para o campo e soluções para a cadeia logística.

Foi para apoiar empreendedores que se dedicam a desenvolver essas áreas que a Endeavor criou o Scale-Up Agrotech. Trata-se de um programa de aceleração que selecionou treze empresas com alto potencial de crescimento que atuam no setor. Elas vão receber apoio por meio de mentorias com a rede e de conexões diretas entre empreendedores em estágios semelhantes.

Além disso, o programa vai ajudar os empreendedores a diagnosticar os maiores desafios de crescimento. Com isso, será possível definir o mentor ideal que acompanhará a empresa e o seu plano de trabalho ao longo de todo o processo.

Assim, é com muito orgulho que anunciamos as Scale-Ups selecionadas para o programa, bem como os desafios que elas pretendem solucionar:

4Vets

Oportunidade de mercado encontrada

Distribuidoras de produtos veterinários pagam caro para colocar representantes em todos os lugares que atendem para realizar a venda pessoalmente. Por isso, muitas vezes as visitas não são realizadas com a periodicidade desejada pelo cliente final (pet shops e clinicas veterinárias), e acabam perdendo oportunidades para a concorrência.

Solução

A 4Vets oferece, para distribuidoras, a criação de um canal de vendas online, com custos reduzidos em comparação ao representante no campo. A partir de um ambiente online, a empresa oferece também a criação dos conteúdos de marketing, integrando-se com a base de clientes da distribuidora e disponibilizando o portfólio de produtos a partir dos critérios de perfil do cliente.

SoluBio

Oportunidade de mercado encontrada

Doenças de solo, inoculação, doenças foliares e controle da lagartas são grandes problemas na lavoura. E agrotóxicos muitas vezes são caros, perdem o efeito, precisam de doses cada vez maiores. Além disso, alguns países importadores estão dando preferência ou pagando mais por produtos sem resíduos.

Solução

A SoluBio desenvolveu uma biofábrica de inox na qual, com um meio de cultura, as bactérias podem ser produzidas para o controle integrado de pragas na lavoura. A empresa oferece uma solução que é esterilizada com ozônio e garante um ambiente de cultura puro, sem contaminações. As bactérias funcionam como bioinseticida e como biofungicida, mas não como herbicidas, e reduzem de 30% a 70% do uso de químicos.

Agronow

Oportunidade de mercado encontrada

Agricultores ainda não contam com uma inteligência que forneça um panorama macro das suas plantações. A falta dessa informação faz com que a produtividade seja menor do que poderia — e aumenta os custos. Além disso, o fornecimento de crédito é vital para o campo e depende de análises baseadas em critérios de difícil averiguação por parte das instituições credoras.

Solução

A Agronow é uma plataforma web projetada para dar, ao produtor rural, informações sobre a produtividade de sua safra em poucos segundos, utilizando para isso imagens captadas via satélite. O tratamento e a conversão da informação em dados é feita por meio de um algoritmo próprio.

BovControl

Oportunidade de mercado encontrada

Acima de tudo, a fome no campo. Segundo a ONU, 805 milhões de pessoas sofrem deste problema no mundo — e três em cada quatro dessas moram no campo. Metade são pequenos fazendeiros que vivem em terras impróprias, expostos a desastres naturais como secas ou inundações.

Solução

Por meio do aplicativo desenvolvido pela BovControl, o produtor coleta dados no campo, seja fazendo o input das informações manualmente seja por hardwares disponíveis. Tais dados são armazenados no celular até que uma conexão esteja disponível, e então são enviados à nuvem, onde são processados e em seguida apresentados em um painel de controle.

Chipsafer

Oportunidade de mercado encontrada

A produtividade do gado, e consequentemente o retorno dos produtores, está diretamente associada à capacidade de percepção de comportamentos fora do normal por parte dos animais — e à velocidade com que ações são tomadas sobre isso. Ou seja, há uma defasagem entre a constatação e a ação propriamente dita.

Solução

A Chipsafer criou uma coleira autorrecarregável para monitorar o comportamento e a posição do gado remotamente, mesmo que não exista conectividade na área. Os dados captados são enviados para a nuvem, onde são processados, e as informações são repassadas automaticamente para qualquer dispositivo ao redor do mundo.

Datacoper

Oportunidade de mercado encontrada

Hoje, o produtor se relaciona com outros players formalmente, mas as informações não são integradas. Cooperativas oferecem pouca visibilidade a seus produtores, há pouca gestão e há dificuldade em agregar mais valor aos cooperados.

Solução

A Datacoper criou soluções para empresas que se relacionam com produtores rurais – cooperativas, distribuidores de insumos e indústrias do agronegócio. A empresa oferece diversas soluções com o objetivo de integrar a cadeia como um todo, como: uma plataforma de BI (sob o nome de Vistra), software de CRM, ERP, e um portal de comunicação.

Fit Instrument

Oportunidade de mercado encontrada

Indústrias de óleo vegetal compram o fruto por peso, mas só sabem o teor de óleo quando a extração é feita. Assim, é impossível comprar a matéria-prima com maior qualidade, com valores baseados no teor de óleo ou até mesmo calibrar as máquinas de extração para as condições reais. Da forma como o processo é feito hoje, os rendimentos só podem ser calculados no dia seguinte.

Solução

A FIT Instrument desenvolveu o SpecFIT, um equipamento de ressonância magnética de baixo campo para aplicações no agronegócio. Hoje. seu foco é na indústria de óleos vegetais, para a qual conseguem medir o teor de óleo dos frutos de forma não invasiva em 30 segundos.

InoBram

Oportunidade de mercado encontrada

O uso de parâmetros inadequados como temperatura, quantidade de ração etc. no cultivo de animais pode reduzir a produtividade. Além disso, produtores não fazem esse monitoramento — ou o fazem por meio de funcionários que coletam os dados em campo.

Solução

A InoBram é uma empresa de base tecnológica especializada no desenvolvimento de soluções de automação para o setor agroindustrial, para promover bem-estar ao animal e auxiliar o criador a controlar parâmetros do processo. Em seu portfólio, há aproximadamente 40 produtos, como controladores, sondas digitais, balanças etc.

M2Agro

Oportunidade de mercado encontrada

Grande parte da gestão da fazenda é feita no papel ou em planilhas pouco profissionais. Isso aumenta o risco de erros e reduz a capacidade de planejamento dos produtores. Os ERPs disponíveis no mercado não são adequados especificamente para o agronegócio.

Solução

A M2Agro criou uma plataforma para gestão de operação e de custos para ‘tirar o papel do campo. Os empreendedores exploraram o nicho da cultura de café, em que a gestão não difere das outras, mas cujo pós-processamento é bastante específico. Algumas ferramentas são planejamento de tarefas, gerenciamento de equipe, registro de comunicação com o campo, geração de relatórios e consolidação de custos.

Neger Telecom

Oportunidade de mercado encontrada

Todas as áreas urbanas do Brasil, quando somadas, equivalem ao tamanho do estados do Sergipe. O produtor precisa primeiro da conectividade para trazer outras tecnologias de desempenho. Mesmo nos EUA, 50% do território ainda não tem conectividade; no Brasil, esse índice gira em torno de 95%.

Solução

A Neger trabalha em três frentes diferentes para conectar o produtor rural:

  1. O Replicador de sinal para o campo de fácil instalação, que consegue se comunicar com torres de telefonia que estão até 50 quilômetros distante;
  2. O Rastreador para o campo que não apenas usa satélites para se localizar mas também para transferir dados, possibilitando que veículos rurais sejam rastreados independentemente da existência de conectividade, proporciona mais segurança para o produtor rural;
  3. Os bloqueadores de sinal que começaram a entregar resultados recentemente e são vendidos para governos com utilização principal em presídios, oferecido também em um modelo de mensalidade.

SciCrop

Oportunidade de mercado encontrada

Dados climáticos causam grande impacto sobre a plantação e são difíceis de serem conseguidos com elevado nível de confiabilidade. Para empresas fornecedoras de crédito, o custo para verificar a veracidade e precisão das informações fornecidas no processo de concessão é muito alto.

Solução

A SciCrop utilizou bases de dados coletadas de diversas fontes para oferecer produtos diferentes em frentes distintas, o que aumenta o mercado endereçável. A empresa aplica algoritmos somados às bases de dados para reduzir os riscos e aumentar a assertividade no processo de concessão de crédito.

Sintecsys

Oportunidade de mercado encontrada

Os prejuízos com incêndios são vários, desde a perda da produção até as multas ambientais gigantescas. Sem o sistema de detecção, um foco pode passar despercebido por até 50 minutos, quando já se alastrou de maneira considerável. Incêndios também acarretam em custos com as brigadas e risco pessoal no combate;

Solução

A Sintecsys oferece um sistema de vídeo-monitoramento com algoritmo de detecção automática de fumaça para incêndios em plantações e florestas, com identificação da coordenada do foco de incêndio.

Uma câmera de alta resolução é instalada na torre, e é controlado de uma sala de operações. Quando um foco é detectado, de 5 a 12 minutos após o início do incêndio, um alerta é emitido. Se o operador confirmar o fogo, uma segunda câmera faz a triangulação e indica a posição (precisão do talhão) e a distância, podendo emitir alarme para corpo de bombeiros.

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Você delega ou “delarga”? Veja como aprimorar uma habilidade fundamental para a sua liderança

Muitos líderes confundem delegar com transferir responsabilidades ou passar uma tarefa de forma rápida, o que pode ser nocivo para o negócio como um todo. Por isso, separei algumas dicas que considero essenciais para aperfeiçoar esse processo.

Delegar passando algo para alguém de qualquer jeito é fácil, mas delegar com eficácia não é algo tão fácil assim. Na minha visão, trata-se de uma das habilidades mais complexas a serem desenvolvidas em um líder, porém uma das mais essenciais e fundamentais para o crescimento das pessoas e da organização.

No meu entendimento, a habilidade em si não é tão difícil de ser aprendida. Agora, o que está por trás, aquilo que sabota de forma inconsciente, isso sim, é algo que requer sua atenção total, empreendedor. E é disso que quero falar neste espaço.

Vejo a delegação como o seguinte processo: “O de passar algo a ser feito para alguém, em forma de desafio, para que essa pessoa se desenvolva e cresça com isso, compartilhando com ela a responsabilidade pelo resultado do que é feito”. Isto é importante lembrar, porque muita gente acaba confundindo, acreditando que delegar é passar a responsabilidade, e isso pode levar à armadilha de delargar, tipo, eu passo a responsabilidade e depois eu cobro. Ora, quando transferimos uma tarefa para um colaborador, não deixamos de ser responsáveis por ela.

Contratar já é delegar

Entendo a atividade de delegar também, como uma das primeiras e mais importantes habilidades que devem ser desenvolvidas por qualquer empreendedor. Porque na medida em que o negócio cresce e que você começa a contratar as pessoas, você está delegando algo, você já está transferindo um conjunto de atribuições — compartilhando a responsabilidade com essa pessoa para o novo cargo, a nova função.

Por exemplo, quando contrata uma pessoa para o departamento financeiro: você delega uma série de atividades da área, mas a responsabilidade pelo todo continua sendo sua.

E para que o ato de delegar ocorra da melhor forma possível, acredito que quatro passos fundamentais devam ser respeitados:

1 – É preciso ter clareza do que se vai pedir, da tarefa a ser delegada; Este ponto muitas vezes deixa margens a dúvidas, pois sem clareza do que deseja, quando a pessoa retornar com a atividade realizada, pode ser que não atenda o que era necessário, e você pode dizer: “Não era bem isso que eu queria ou estava pensando.”

2 – É preciso saber exatamente quem poderá executar essa tarefa; saber qual a pessoa certa para aquele job; nesse caso, se cairmos na armadilha de escolher quem está mais disponível, em vez de quem está mais preparado para atividade, corremos o risco de desmotivar a pessoa e nos frustramos com o resultado.

3 – Deixar claro quais são os recursos e os limites para essa pessoa. Retomando o exemplo da área financeira: o colaborador precisa saber até onde pode ir. Até onde tem pode atuar, dentro de limitações ou regras. Como exemplo, seguir os valores da empresa, as leis, ter um orçamento definido, o tamanho do time que a pessoa terá à disposição, etc.

Deixar tudo isso claro é fundamental para que o seu processo de delegação tenha margens menores para erro. E um ponto que destaco aqui, como quarto passo, são os encontros periódicos com seus “delegados” para o follow-up, para se fazer um alinhamento. De quanto em quanto tempo vocês vão se encontrar para azeitar as atividades e para que você tome pulso do andamento?

Quando não cumprimos qualquer um desses passos, a nossa delegação corre o risco de não ser tão eficaz.

Delegou? Então deixe seus colaboradores trabalharem

Então, cumpridas essas etapas, de ter clareza do que, saber quem e quais os limites, vem outro aspecto fundamental da delegação: dar autonomia, para somente alinhar alguns pontos nas reuniões de follow-up. É super importante deixar que seu time se sinta à vontade para tocar o trabalho, para que possam usar todo o seu potencial. Uma grande dica é delegar o QUE precisa ser feito e deixar o COMO deve ser feito com a pessoa, dando liberdade para ela usar os recursos que ela tem disponível dentro dos limites pré-estabelecidos.

Agora, isso depende de um ponto delicado: a confiança. Que, claro, sofre a influência da complexidade da tarefa a ser delegada.

A meu ver, existem dois tipos de confiança — o quanto confiamos no caráter de uma pessoa, e nesse caso, se não existe esse tipo de confiança, não faz sentido ter essa pessoa no time; e o quanto confiamos na sua capacidade para realizar algo, no seu potencial para superar um desafio específico. Neste caso, precisamos ter consciência sobre o tempo de cada um, para que possamos delegar a tarefa certa para a pessoa certa, para um resultado de qualidade no prazo desejado. Afinal, pode ser que ela não consiga agora, mas que daqui algum tempo ela consiga, pelo fato de ter desenvolvido determinadas habilidades, e o desafio de algo novo é um ótimo caminho para isso.

Agora, quando você confia, quando dá um desafio para a pessoa certa de que ela poderá cumpri-lo, todos saem ganhando. A pessoa, cresce com a superação; você, como próprio líder, terá mais tempo livre para se dedicar a pontos estratégicos; e a empresa, crescerá também com o crescimento de todos.

Por trás da confiança, há uma fator determinante que é ainda mais profundo: o nosso mindset, que é a forma como estamos programados para funcionar, e ele é formado por um conjunto de crenças e valores que podem favorecer ou dificultar, neste caso, o nosso processo de delegação.

E posso afirmar por experiência própria: a maioria dos líderes “empaca” por causa do mindset. Por não se conhecerem direito, permitem que os seus padrões mentais sabotem a delegação. Por isso, não tenho dúvidas de que o ponto-chave para um processo mais efetivo vai além de desenvolver a Habilidade, é necessário chegar a níveis mais profundos de autoconhecimento.

Quando não nos conhecemos bem, sem perceber, experimentamos sentimentos nocivos diante do ato de delegar. Insegurança, falta de confiança, preocupação, frustração, etc. E muitas vezes sequer imaginamos a origem desses sentimentos; não fazemos ideia.

Acredito que aí resida a diferença entre o delegar, de fato, e o que chamo de “delargar”. Acredito também que delegação é um processo de investimento de tempo, pois ao dedicar atenção para todos esses pontos, procurando se conhecer mais, tenho certeza que você conseguirá aprimorar o seu processo de delegação, gerando um ganha-ganha-ganha — Quando compartilho a responsabilidade, gero um desafio para alguém, tenho como resultado, ganho do meu tempo além do meu crescimento, o da pessoa e consequentemente o crescimento do meu negócio.

Para se aprofundar, veja também:

Curso Online | Liderança de dentro para fora: como criar times de alta performance

eBook | Liderança Inspiradora: inovando na gestão de pessoas

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Incentivos tributários à inovação tecnológica: como obtê-los?

Entenda como você pode se beneficiar da Lei do Bem para fomentar o ecossistema de inovação no Brasil, por meio de incentivos fiscais.

O Brasil tem um sistema tributário reconhecidamente falho no tratamento do investimento produtivo, com escassos mecanismos de fomento. Nesse cenário tão adverso à iniciativa privada, é imprescindível não desperdiçar os raros incentivos que a legislação proporciona, como é o caso da Lei no. 11.196/2005, conhecida como a Lei do Bem, que institui diversos benefícios fiscais para as atividades relacionadas à inovação tecnológica.

 

Os incentivos fiscais da Lei no. 11.196/2005

São eles:

a) Exclusão, na determinação do lucro real para cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da base de cálculo da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), do valor correspondente entre 60% a 80% da soma dos dispêndios efetuados com inovação. Ou seja, todas as despesas com mão de obra, serviços de terceiros e material de consumo utilizado em testes e/ou construção de protótipos ligados diretamente aos projetos inovadores;

b) Depreciação integral e imediata dos equipamentos comprados para a pesquisa e o desenvolvimento da inovação;
c) Amortização acelerada dos bens ativos diferidos;
d) Crédito do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre remessas ao exterior;
e) Redução de 50% do IPI para estabelecimento industrial ou equiparado.

A respeito das remessas ao exterior para empresas tributadas pelo lucro real, a lei assegura redução de carga tributária de IRPJ, CSLL, IPI e IRRF. No caso de empresas tributadas pelo lucro presumido, prevê-se a redução de IPI e IRRF sobre remessas ao exterior.

Na prática, se a empresa cumpre as condições previstas na Lei no. 11.196/2005, é possível obter um benefício efetivo de até 27% calculado sobre as despesas realizadas com inovação tecnológica. Entre as exigências legais, está o cadastramento dos projetos de pesquisa no Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), com o envio periódico de informações sobre a evolução dos programas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação.

Um ponto que merece atenção é a exigência de que o aproveitamento do benefício fiscal deve ser feito durante o ano-calendário em que as despesas foram realizadas, sem possibilidade de diferimento ou aproveitamento posterior. Ou seja, a efetiva obtenção do benefício fiscal exige a avaliação das operações da empresa em relação aos projetos passíveis de gerar os créditos fiscais.

Benefícios para quais inovações?

A legislação estabelece renúncias fiscais tanto para as inovações de produto como para as inovações relativas ao processo produtivo. Ou seja, pode-se ter direito ao benefício fiscal da inovação tecnológica mesmo que não haja um produto novo. Na verdade, o objetivo da Lei no. 11.196/2005 é incentivar o surgimento de novas funcionalidades tanto nos produtos como nos processos produtivos. Pode ser, por exemplo, o incremento de qualidade ou de produtividade a um determinado processo de produção. O importante é que o resultado do projeto de inovação possa ser de fato percebido, seja no produto, seja no processo.

Vale mencionar que a inovação apta a receber o benefício fiscal pode ser desenvolvida por outra empresa ou outra instituição. Ou seja, a legislação não incentiva apenas que as empresas inovem internamente, mas também que contratem outras empresas para a pesquisa e o desenvolvimento de novas funcionalidades em seus produtos e processos.

Requisitos para o aproveitamento dos benefícios fiscais

A primeira condição para aproveitar os benefícios fiscais da Lei do Bem é a empresa ser tributada pelo Lucro Real, que é definido pelo art. 6º do Decreto-lei no. 1.598/77 como o “lucro líquido do exercício ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação tributária”. Empresas com prejuízo fiscal não podem usufruir dos benefícios da Lei no. 11.196/2005.

A segunda condição é a comprovação da existência de inovação tecnológica, desenvolvida no Brasil por profissionais brasileiros. O objetivo é averiguar se a mudança no produto ou no processo, produzida no âmbito de um processo de pesquisa e desenvolvimento de inovação, condiz com o conceito de inovação tecnológica definido pelo ordenamento jurídico.

Segundo o art. 2º do Decreto no. 5.798/2006, que regulamenta a Lei no. 11.196/2005, inovação tecnológica é “a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado”.

Em relação à pesquisa tecnológica e ao desenvolvimento de inovação, o Decreto no. 5.798/2006 elenca três tipos de atividade: de pesquisa (básica e aplicada), de desenvolvimento (experimental e industrial) e de apoio técnico.

Na comprovação da inovação junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), é necessário incluir uma descrição do projeto, com o detalhamento das ideias e objetivos, e uma informação sobre a métrica dos ganhos, com cronograma, fluxo “antes / depois” e relato do que gerou qualidade/competitividade. Também devem ser incluídos no processo uma planilha de horas de profissionais, os relatórios das tarefas de pesquisa e desenvolvimento, bem como os contratos e notas fiscais de terceiros.

Na apresentação do relatório de projetos ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), deve-se atender à seguinte metodologia: histórico do produto ou processo produtivo, características do novo produto ou novo processo produtivo, concepção e implantação.

Para se aprofundar, veja também:

 

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Edição: ExaTop Sistemas

Eleições nos CRCs acontecem nestes dias 21 e 22 de novembro

Nesta terça (21) e quarta-feira (22), os profissionais da contabilidade de todo o Brasil deverão votar para escolher conselheiros dos 27 Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) do País. Direta, secreta e obrigatória, a votação será feita por meio de um sistema eletrônico, contratado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) especificamente para essa finalidade. O sistema estará disponível no site www.eleicaocrc.org.br durante o período das 8h do dia 21 às 18h do dia 22 de novembro em horário local.

Para votar, os eleitores deverão utilizar a senha definitiva que foi registrada, de forma individual pelos profissionais, no site da eleição. “Após votar, é aconselhável que o profissional gere o seu comprovante”, orienta o vice-presidente de Desenvolvimento Operacional do CFC e coordenador da Comissão Nacional das Eleições de 2017, Aécio Prado Dantas Júnior.

As eleições para o cargo de conselheiro dos CRCs são realizadas a cada dois anos, intercalando-se a renovação de 1/3 e de 2/3 dos Plenários. Em 2015, houve a votação para eleger 1/3 dos conselheiros e, em 2017, haverá a escolha de 2/3 dos membros dos Conselhos Regionais.

Também haverá votação para o preenchimento de vagas de conselheiros em mandato complementar, no terço remanescente, nos seguintes CRCs: Amapá, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina e Tocantins.

Conforme disposto nos regulamentos que disciplinam esta eleição – Resoluções CFC nº 1.481/2015 e nº 1.520/2017 –, será eleita a chapa que obtiver o maior número de votos. Encerrado o período de votação em todos os Estados e no Distrito Federal, terá início a apuração e, após a conclusão, será divulgado o resultado no site do CFC.

Os conselheiros eleitos terão mandato de 1º de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2021.

Dúvidas

Qualquer dúvida sobre a eleição pode ser sanada pelo telefone (61) 3799-2613, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, ou ainda, pelo atendimento online do sitewww.eleicaocrc.org.br, acessando-se o ícone “Fale conosco”.

Semana Global do Empreendedorismo: mais de 1.000 atividades espalhadas pelo Brasil

De 13 a 19 de novembro, o mundo inteiro só vai falar sobre Empreendedorismo. E você é nosso convidado para participar do debate.

Olhe ao seu redor. O celular que está no seu bolso. A cadeira que você senta. O prédio onde você está. E até as roupas que você usa. As maiores invenções do mundo foram criadas por empreendedores. Homens e mulheres de todas as idades, épocas e partes do mundo, dispostos a imaginar o que parecia impossível — e torná-lo real.

O empreendedor é um ser revolucionário por natureza: alguém que, a despeito dos muitos percalços do caminho, cria diariamente o novo. Questiona as antigas formas de pensar, agir e fazer, e cria soluções inteligentes que mudam a vida das pessoas. Se há 17 anos, empreendedorismo não constava nem no dicionário português, hoje é ferramenta de transformação.

Essa revolução já começou! E esse é o nosso convite para você também fazer parte dela.

Conheça o movimento da SGE e participe das atividades que acontecem durante todo o mês de novembro.

O que é a Semana Global do Empreendedorismo?

A SGE é um movimento global presente em mais de 160 países que reúne as pessoas para falar do empreendedorismo como motor para o desenvolvimento econômico e social. Pouco se sabe sobre o futuro do nosso planeta, mas tudo indica que ele será moldado por aqueles que empreendem.

Entre os dias 13 e 19 de novembro, todas as pessoas que também acreditam nessa causa se conectam em eventos, workshops, atividades e debates para encontrar maneiras práticas e viáveis de transformar o Brasil por meio do empreendedorismo. Podem ser iniciativas isoladas ou grandes coletivos, cada um em um lugar diferente do país — das capitais ao interior — promovendo e engajando a comunidade local para construirmos cidades mais empreendedoras.

Como posso participar?

No site da Semana Global do Empreendedorismo, você vai encontrar o Calendário de Atividades do mês e pode filtrar por formato de evento, data ou cidade. As atividades variam de competições de grande porte a encontros de redes menores, como oportunidades para conectar participantes a potenciais colaboradores, mentores e até mesmo investidores, inspirando o debate e abrindo novas oportunidades de networking.

Destaques da Agenda

Day1: quatro histórias empreendedoras para te inspirar a seguir em frente

Quando? 23 de novembro, às 9h30

Quanto? Gratuito

Onde? Transmissão Online no Portal da Endeavor

Por que participar?
Muitos dizem que o ano já acabou, que o Natal está logo ali e 2018 está batendo à porta. Mas quem empreende sabe: ainda tem muito 2017 pela frente! Por isso, antes de começarem as retrospectivas que nos fazem olhar para trás, queremos convidá-lo a continuar seguindo em frente. Conheça quatro histórias de empreendedores e empreendedoras que sempre tiveram energia para continuar em frente, mesmo quando as montanhas pareciam ficar cada vez maiores. E inspire-se a ir muito além na sua jornada!

Inscrições pelo site

Semana de Impacto do Impact Hub Beagá

Quando? De 13 a 17 de novembro, a partir das 18h30.

Quanto? Cada meetup tem o ingresso de R$ 15,00 e o evento completo de cinco dias sai por R$50,00. O dinheiro arrecadado será usado exclusivamente para a produção dos eventos.

Onde? Impact Hub de Belo Horizonte

Por que participar?

Essa semana quer propor um novo olhar sob as empresas. São workshops, pitchs, meetups e happy hours que irão tratar exclusivamente de empresas, ações e ideias que causam impacto socioambiental em Belo Horizonte. Na agenda, os temas vão de investimento e mindfulness até criação de negócios inspirados pelas Metas do Milênio.

Inscrições e mais informações nesse link.

Fórum de Educação Empreendedora

Quando?

23/11 – Mato Grosso do Sul

23/11 – Acre

24/11 – Rio Grande do Sul

Quanto? Gratuito

Por que participar?

O fórum de Educação Empreendedora é uma solução educacional voltada para a formação contínua dos professores e demais profissionais da educação capacitados para trabalharem com os cursos do Sebrae para a educação básica. O evento tem por foco a promoção do desenvolvimento contínuo dos participantes, bem como estabelecer uma rede social de encontros planejados que reúnem diversos representantes da área educacional.

Inscrições pelo site do SEBRAE.

SEBRAE PE: Semana de atividades na Prefeitura

Quando? De 13 a 17 de novembro

Quanto? Gratuito

Onde? Estacionamento da Prefeitura | Av. Cais do Apolo, 925, bairro do Recife.

Por que participar?
São atividades práticas que acontecem das 8h às 17h todos os dias da semana e que falam de temas variados como vendas pelo Whatsapp e Instagram, Controle Financeiro e Planejamento de Vida para Empreendedores.

Inscrições gratuitas no local.

Fórum Brasileiro de Microempreendedorismo

Quando? 24/11, das 9:30 às 12:50

Quanto? Gratuito

Onde? Transmissão Online

Inscreva-se aqui para assistir online

Por que participar?

O evento, que é uma iniciativa do Bank of America Merrill Lynch e Aliança Empreendedora, busca reconhecer, conectar, inspirar efortalecer o ecossistema de apoio ao microempreendedor. A programação inclui o lançamento da pesquisa do primeiro Mapa do Apoio ao Microempreendedor Brasileiro e o Mapa Digital, além disso, terá um momento de Painel Inspiração onde serão discutidos as diversas temáticas relevantes que integram o cenário de microempreendedorismo no Brasil, como: empreendedorismo feminino, empreendedorismo jovem, afro-empreendedorismo e empreendedorismo rural e floresta.

Feira de Miniempresas do Company of the Year

Quando? 28/11, das 10h00 às 17h00

Onde? Shopping Eldorado – São Paulo/ SP

Por que participar?

O Company of the Year é uma premiação anual da Junior Achievement que escolhe as melhores Miniempresas das Américas (Canadá, América Latina e Caribe) – e que a cada ano é realizada em um país diferente. Esse ano a cidade escolhida para sediar o evento é São Paulo. Jovens de 15 países (entre eles México, Canadá, Jamaica, Brasil e Granada) estarão na Feira de Miniempresas e terão a oportunidade de mostrar para o público suas soluções e ideias inovadoras.

Aberto ao público

Veja mais atividades diretamente no Calendário da Semana Global do Empreendedorismo.

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CFC divulga resultado da eleição para renovar dois terços do seu Plenário

» CFC divulga resultado da eleição para renovar dois terços do seu Plenário

De acordo com o edital de convocação da eleição para o preenchimento de vagas destinadas à composição de 2/3 do Plenário do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), que foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 3 de outubro, o CFC divulga neste dia 10 de novembro o resultado da votação. A única chapa inscrita – Chapa 1 – foi eleita por maioria dos votos.

O mandato dos novos conselheiros será de 1º de janeiro de 2018 a 31 de dezembro de 2021. A eleição foi regida pelo disposto no Decreto-Lei nº 1.040/1969 e nas Resoluções CFC nº 1.370/2011 e nº 1.522/2017

Composição da chapa eleita:

Fonte: CFC divulga resultado da eleição para renovar dois terços do seu Plenário