A partir de Hoje, FGTS inativo só poderá ser sacado por doentes ou presos

Para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) retido em contas inativas a partir de amanhã (1º), os beneficiados terão de comprovar, nas agências da Caixa Econômica Federal (Caixa), doença impeditiva à locomoção ou reclusão.

Para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) retido em contas inativas a partir de amanhã (1º), os beneficiados terão de comprovar, nas agências da Caixa Econômica Federal (Caixa), doença impeditiva à locomoção ou reclusão em regime fechado. O prazo para todos os trabalhadores termina hoje (31).

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

Na última quarta-feira (26), o presidente da República, Michel Temer, assinou decreto prorrogando o prazo para saque até 31 de julho de 2018 somente para a parcela da população que comprovar impedimento no período original.

Nesta segunda, a Caixa informou que a nova oportunidade será apenas para trabalhadores doentes ou reclusos. Os primeiros precisarão apresentar atestado médico, e os reclusos, certidão em nome do titular da conta obtida junto às varas de Execução Penal ou Criminal, juízo responsável pelo decreto de prisão ou autoridade da unidade prisional. A apresentação deve ser exclusivamente nas agências do banco.

A Caixa criou uma página especial e um serviço telefônico para tratar das contas inativas. O banco orienta os trabalhadores a acessar o endereço ou ligar para 0800-726-2017, para que possam saber o valor, a data e o local mais convenientes para os saques.

Via EBC – Agência Brasil

O post A partir de amanhã, FGTS inativo só poderá ser sacado por doentes ou presos apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Mais de 48 mil contribuintes já optaram pelo PERT na Receita Federal

Até 31 de agosto, pessoas físicas ou jurídicas terão a última oportunidade para regularizar suas dívidas para com a Fazenda Nacional

Mais de 48 mil contribuintes já optaram pelo Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) no âmbito da Receita Federal. Até 31 de agosto, de 2017, pessoas físicas ou jurídicas terão a última oportunidade para regularizar suas dívidas para com a Fazenda Nacional, vencidas até 30 de abril de 2017, nas condições especiais previstas no PERT.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

Além de visar à redução dos processos em litígios tributários, o PERT objetiva proporcionar às empresas e aos cidadãos condições especiais para a negociação de suas dívidas. Segundo as regras do programa, os contribuintes poderão liquidar dívidas perante a Secretaria da Receita Federal (RFB) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) vencidas até o dia 30 de abril de 2017.

A adesão ao PERT poderá ser feita mediante requerimento a ser efetuado até o dia 31 de agosto de 2017 no Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal na Internet (e-CAC), e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável, mesmo que se encontrem em discussão administrativa ou judicial, desde que o contribuinte previamente desista do contencioso. Da mesma forma, o contribuinte poderá incluir neste programa as dívidas que já tenham sido incluídas em outros parcelamentos.

Para aderir ao PERT acesse aqui e siga os passos previstos no ambiente seguro próprio para o registro dessa adesão.

Para mais informações acesse aqui

O post Mais de 48 mil contribuintes já optaram pelo PERT na Receita Federal apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Desoneração na folha de salários

Empresas do lucro real e presumido foram pegas de surpresa com as mudanças referentes ao pagamento de contribuições previdenciárias sobre a folha de pagamento.

A Lei 12.546/2011 instituiu aos contribuintes a faculdade de optarem pela contribuição previdenciária sobre a folha de salários ou sobre a receita bruta (CPRB) para todo o ano-calendário, sendo esta uma escolha irretratável.

Ocorre que foi publicada a Medida Provisória 774/2017, no dia 30/03/2017, para por fim à desoneração da folha de pagamento para empresas de mais de 50 setores da economia, poupando apenas os setores de transporte, construção civil e comunicação.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

Referida medida entrará em vigor no dia 01/08/2017, pegando muitas empresas de surpresa. É que com a desoneração, empresários voltarão a recolher tributos de 20% incidente sobre a folha de pagamento, em detrimento do percentual de 2 a 4,5% sobre a receita bruta.

Assim, é a possibilidade de impetrar Mandado de Segurança para requerer a manutenção do benefício até 31/12/2017.

Centro Integrado de Soluções Jurídicas

O post Desoneração na folha de salários apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Perdi meu emprego! Devo continuar pagando pensão alimentícia?

Entenda como deve proceder o alimentante nos casos de desemprego ou dificuldades financeiras e saiba quais as consequências de seus atos.

Esta é uma dúvida que paira na cabeça dos pais que pagam a pensão alimentícia e por ocasião do destino acabam ficando desempregados.

Sabido e consabido que ser pai ou mãe é uma grande responsabilidade. É necessário garantir todas as condições materiais e emocionais necessárias para o desenvolvimento sadio da criança. Acontece, não raras as vezes, que os direitos precisam ser reclamados e garantidos “na Justiça”, já que um dos progenitores não vem cumprindo com suas responsabilidades.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

É o caso da pensão alimentícia, por exemplo.

Conceitualmente, o benefício existe para garantir ao menor o básico para a sua sobrevivência. Engana-se quem pensa que é uma obrigação exclusiva do pai. Na verdade, o direito a receber a pensão alimentícia é de quem detém a guarda da criança e é o responsável por oferecer a ela moradia e alimentação, ficando ao outro progenitor a obrigação contribuir para a sua criação.

No caso das pensões definidas por meio de decisão judicial, estas são calculadas com base em uma porcentagem sobre o salário mínimo ou sobre a renda mensal do progenitor que deverá pagar a pensão.

Sendo assim, é SIM a resposta para a pergunta título deste artigo.

A perda do emprego, por si só, não justifica a interrupção do pagamento por livre e espontânea vontade, nem a redução do valor a ser pago, mesmo que reflita diretamente nos proventos do progenitor devedor.

Para que isto aconteça, é necessário que haja uma decisão judicial que autorize a diminuição ou até mesmo a extinção da obrigação de pagar a pensão alimentícia.

O não pagamento da pensão alimentícia justifica a execução dos alimentos, com a possibilidade de penhora de bens ou, até mesmo, a prisão do devedor de 1 a 3 meses, ou até que pague o débito em sua totalidade corrigidos monetariamente, se acontecer antes do prazo fixado, independentemente da condição de desemprego do devedor.

Sendo assim, a conduta ideal a ser adotada quando houver a perda do empregou ou de outra fonte de renda é procurar um advogado para que lhe sejam apresentadas as provas desta diminuição da renda, momento em que poderá verificar a possibilidade do ajuizamento de uma ação de revisão ou exoneração de alimentos.

Salientamos que este artigo é de cunho meramente informativo, não fazendo, portanto, análises e opiniões pessoais sobre o tema abordado.

Escrito por Dr. Klaus Luchtenberg – Advogado.

O post Perdi meu emprego! Devo continuar pagando pensão alimentícia? apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Atenção para os Pisos Salariais Estaduais

Empresas que mantém matriz e filiais em estados diferentes devem seguir a legislação própria de cada estado, no tocando aos pisos salariais das categorias dos trabalhadores.

Os pisos salariais estaduais estão previstos no artigo 7º, inciso V da Constituição Federal e na Lei Complementar 103/2000.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

A Constituição estabelece em seu art. 22, parágrafo único, que o Estado poderá legislar sobre condições de trabalho e pisos salariais, uma vez que esta normatização não se contempla o âmbito nacional.

Assim, percebe-se claramente a diferença entre salário mínimo (inciso IV do art. 7º da CF) e piso salarial (inciso V do art. 7 da CF), ou seja, enquanto o primeiro é de competência exclusiva da União (âmbito nacional) e baseia-se na condição mínima de sobrevivência do cidadão independentemente de qualificação profissional, o segundo, pode ser estabelecido pelos Estados (âmbito estadual) e deve-se levar em conta as profissões específicas que se pretende beneficiar, considerando ainda a respectiva qualidade e complexidade do trabalho.

O piso salarial estadual além de funcionar como mecanismo de distribuição de renda e melhoria de vida dos trabalhadores, acaba exercendo inclusive, influência em muitos pisos salariais de categorias profissionais estabelecidas, já que os sindicatos dos empregados que possuem piso convencional abaixo do piso estadual, negociam com os sindicatos patronais na busca do aumento do piso da categoria.

Lei Complementar 103/2000 estabelece que os pisos salariais estaduais não poderão ser aplicados às remunerações dos servidores públicos municipais, aos estaduais, aos trabalhadores que tenham piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, bem como aos contratos de aprendizagem regidos pela Lei Federal 10.097/2000.

Os pisos estaduais já foram adotados por alguns estados brasileiros os quais estabelecem pisos consideravelmente acima do piso nacional (salário-mínimo).

Os estados brasileiros com pisos salariais estaduais específicos são o Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.

Via Guia trabalhista online

O post Atenção para os Pisos Salariais Estaduais apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Alteradas as disposições sobre a apresentação da DITR 2017

A Receita Federal divulgou ato que altera a Instrução Normativa RFB nº 1.715/2017, que dispõe sobre a apresentação da DITR 2017 (Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural).

Foram alterados o inciso III do art. 2º e o caput do art. 9º da Instrução Normativa citada, que tratam da apresentação e da entrega fora do prazo da DITR.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

Quem é obrigado?

Estão obrigados à entrega desse documento, entre outras, a Pessoa Jurídica que recebeu o imóvel rural nas hipóteses previstas no inciso II do art. 2º (perda da posse ou do direito de propriedade), desde que essas hipóteses tenham ocorrido entre 1º.01 e 29.09.2017.

Prazo de entrega e multa

A entrega da DITR 2017 após o dia 29 de setembro de 2017, se obrigatória, sujeita o contribuinte à multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, não podendo o seu valor ser inferior a R$ 50,00, no caso de imóvel rural sujeito à apuração do imposto, sem prejuízo da multa e dos juros de mora devidos pela falta ou insuficiência do recolhimento do imposto ou quota.

(Instrução Normativa RFB nº 1.723/2017 – DOU 1 de 31.07.2017)

O post Alteradas as disposições sobre a apresentação da DITR 2017 apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Prazo para adesão ao novo Refis termina em 31 de agosto

Refis termina em 31 de agosto

Dívidas podem ser divididas em até 180 vezes. Parcela mínima para pessoa física será de R$ 200; para pessoa jurídica, R$ 1 mil

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

A Receita Federal do Brasil regulamentou o Programa Especial de Regularização Tributária, também conhecido como novo Refis. Com ele, é possível parcelar dívidas de impostos vencidos até 30 de abril de 2017.

Para aderir é preciso formalizar o pedido por meio de um requerimento que pode ser protocolado no site da Receita na Internet, até 31 de agosto de 2017.

Depois da formalização do requerimento de adesão, a Receita divulgará, por meio de ato normativo, o prazo para que o contribuinte apresente as informações necessárias para a consolidação do parcelamento ou para o pagamento à vista.

Quem aderir ao programa terá oportunidade de obter descontos. No pagamento à vista, será possível abater 90% dos juros e 50% das multas.

PGFN

Para dívidas com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o desconto será de 25% nos encargos e honorários advocatícios. O parcelamento máximo será de 180 meses.

A adesão ao programa, no entanto, só passa a valer e a ter efeitos legais a partir do pagamento da primeira parcela ou do valor à vista.

A parcela mínima será de R$ 200 quando o devedor for pessoa física e de R$ 1 mil quando for pessoa jurídica.

A Baker Tilly pode assessorar as empresas que desejam participar do programa e ajudar na obtenção de descontos e na utilização de créditos tributários para abatimento do débito.

Via bakertilly com informações do Portal Brasil e Receita Federal

Edição: Exatop sistemas

O post Prazo para adesão ao novo Refis termina em 31 de agosto apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Contabilidade Digital: O Guia Completo

Se você acha que contabilidade digital se limita a atender o cliente via internet, é bom rever seus conceitos. A expressão remete ao futuro da atividade contábil, mas por que deixar para amanhã o que já está ao seu alcance? Mais do que um diferencial competitivo, veremos neste artigo que ser digital é uma exigência para sobreviver no mercado.

Ao longo da leitura, você vai conferir:

  • O que é contabilidade digital
  • Serviços que podem ser qualificados por meio da internet
  • Por que você precisa ser um contador digital
  • As principais vantagens da contabilidade digital
  • O que é necessário para ter presença digital
  • Erros que o afastam da contabilidade digital
  • Como a ContaAzul pode ajudar você

Contabilidade digital: o que é?

Se não estamos falando de um escritório virtual, então, o que é contabilidade digital? A melhor forma de entender o conceito é enxergando a internet como um meio para a realização de tarefas contábeis. Sua proposta consiste em utilizar as ferramentas online para tornar a atividade mais produtiva e eficiente.

Não era nada disso que você pensava quando ouvia falar da expressão? É natural, pois o uso de termos como contabilidade online e contabilidade 2.0 estão em alta, mas muitas vezes são utilizados de maneiras que desvirtuam o real papel do contador.

Tal situação, inclusive, ajuda a afastar muitos profissionais da internet, já que nela veem uma substituta ao próprio contador. Basicamente, esse entendimento equivocado sinaliza umacontabilidade por automação, sem intervenção humana, com serviços básicos a custo baixíssimo. Em outras palavras, a total desvalorização da atividade.

Esqueça isso, pois a contabilidade digital (online, virtual, 2.0, ou qualquer outra forma de denominá-la) é oportunidade, não ameaça. Vale relembrar o que foi dito no início deste tópico: a internet é o meio. Ou seja, é através dela que o contador pode e deve qualificar os seus serviços. E isso ocorre a partir de ferramentas que só existem graças à internet, e sobre as quais falaremos em seguida.

É verdade que, atualmente, muitas atividades profissionais foram descaracterizadas devido aoavanço da tecnologia. Mas com a contabilidade é bem diferente.

Esse é uma das áreas do conhecimento cuja substituição de homens por máquinas ainda se revela impossível. Para dizer de forma clara: o contador que se posicionar como um consultor ainda é uma peça insubstituível – e assim permanecerá.

Serviços que podem ser qualificados por meio da internet

Então, acabamos de ver que a contabilidade digital usa a internet para aperfeiçoar a oferta de serviços contábeis. Mas de que forma isso acontece? E quais são as tarefas que podem ser realizadas com ganhos a partir do meio online? Vamos falar das principais delas.

Obrigações acessórias

O papel morreu – e se a morte ainda não é oficial, falta pouco para isso. Quer uma prova? Pense há quanto tempo você não emite mais uma nota que não seja eletrônica. E as declarações, guias e toda a extensa lista de obrigações acessórias das empresas? Cada vez mais, todas as demandas serão realizadas via online, pelo computador ou celular.

Integração contábil

Como você faz para receber as informações contábeis das empresas que atende? Não diga que ainda vai pessoalmente até elas para buscar os arquivos físicos. Se recebe por e-mail, já é um primeiro passo. Mas você pode ir além. Que tal integrar seu sistema de gestão ao do cliente e importar seus dados? É muito mais simples do que pensa.

Análise financeira

Se você for contratado para auxiliar o cliente na gestão financeira, nada melhor do que ter acesso às suas movimentações em tempo real. Impossível? Não mais. As ferramentas atuais permitem o monitoramento remoto e cada receita e despesa registrada pela empresa atendida pode ser analisada tão logo isso acontece.

Suporte ao cliente

A evolução nos meios de atendimento ao cliente são talvez a marca principal da revolução tecnológica proporcionada pela contabilidade digital. Muito mais barato e eficaz do que fazer uma ligação ou enviar um e-mail é passar uma mensagem pelo WhatsApp, chamar no Skype ou Hangout, criar uma tarefa comentada no Trello, enfim, são possibilidades inúmeras.

Organização profissional

Através da gestão de documentos armazenados em nuvem e de informações organizadas emarquivos digitais, e não mais em papel, fica muito mais fácil dar conta de um maior número de demandas simultaneamente, sem que uma cause prejuízo às outras. Na contabilidade digital, a tecnologia trabalha a favor do melhor gerenciamento do seu tempo.

Veja pelos exemplos apresentados até aqui que há dois pontos em comum:

  • O contador não foi substituído em nenhum dos processos
  • A internet é o meio que qualifica a realização da tarefa.

Parece claro que há muitas vantagens em se tornar um contador digital, não é mesmo? Vamos falar mais sobre elas a partir de agora.

Por que você precisa ser um contador digital

Se você já é um veterano em contabilidade, talvez veja toda essa revolução digital com desconfiança. Afinal, nunca precisou de nada além do que papel, caneta e uma calculadora para resolver todas as demandas dos clientes, não é mesmo? Mas vale fazer uma breve e sincera reflexão sobre a profissão.

Talvez você ainda não tenha percebido, mas seu cliente mudou. Ele não é o mesmo sequer de cinco anos atrás. De lá para cá, a forma como ele consome serviços diversos foi totalmente alterada pela internet e as facilidades por ela promovidas. Em resumo: as empresas que atende querem soluções rápidas e eficazes.

O problema é que não há como atender tal exigência do mercado recorrendo a velhos métodos. Aquela visita informal ao cliente, alguns cafezinhos, sem controlar o relógio, tudo isso não combina com o momento atual. Cultivar um relacionamento com quem contrata seus serviços é ótimo, mas tenha em mente que você terá muito mais sucesso se for efetivo.

O recado claro é que você precisa se atualizar, assim como todo contador. Quem não seguir por esse caminho corre o risco de ficar para trás e perder espaço para os concorrentes. Pode ser um desafio? Que assim seja, mas veja pelo lado positivo: você só tem a ganhar.

9 vantagens da contabilidade digital

  1. Maior produtividade: fazer mais em menos tempo
  2. Maior eficiência: fazer melhor por um custo menor
  3. Melhor atendimento: maior oferta de canais de contato com o cliente
  4. Maior valor agregado: qualidade aplicada aos serviços
  5. Maior disponibilidade: sem prejudicar sua rotina
  6. Maior oferta de serviços: permite ampliar sua atuação no mercado
  7. Melhor organização e gestão do tempo: para um dia a dia mais tranquilo
  8. Crescimento: possibilidade de atender mais clientes
  9. Diferenciais competitivos: pode ser a produtividade, eficiência, atendimento, entre outros fatores proporcionados pelo meio digital.

Como ser um contador digital: passo a passo

Vamos apresentar agora um roteiro resumido que você precisa cumprir para deixar a contabilidade digital ingressar no seu escritório. Em seguida, acompanhe uma explicação detalhada sobre as etapas desse processo.

1. Estude o mercado

Lembra aquela exigência de conhecer o mercado para abrir um escritório de contabilidade? Em parte, ela volta agora, mas com uma complexidade levemente maior. Afinal, se identificar os desejos do cliente é preciso e como a concorrência tem agido uma necessidade, não fica de fora a exigência de verificar quais são as ferramentas disponíveis que podem auxiliá-lo.

2. Analise as tecnologias

Ao reconhecer as principais ferramentas que podem aproximar você da contabilidade digital, cabe identificar quais delas se aplicam à sua realidade. A pergunta é: do que você precisa e qual a melhor solução para isso?

  • Você precisa se comunicar melhor interna e externamente? Tente o Skype
  • Quer gerenciar melhor seus compromissos? Que tal o Google Agenda?
  • Precisa organizar seus documentos? Experimente o Evernote
  • Quer acompanhar tarefas mesmo à distância? Faça um teste com o Trello
  • Sua necessidade é ser mais produtivo? Avalie o Runrun.it
  • Deseja saber a opinião dos clientes? Crie uma pesquisa no SurveyMonkey.

3. Garanta o engajamento

Depois de conhecer as ferramentas e ficar com aquelas que melhor solucionam as suas demandas, é hora de garantir que elas funcionem como o desejado. Para isso, o jeito é buscar o engajamento de todos na sua equipe.

Saem de cena os digitadores de lançamentos contábeis e entram os consultores digitais. Isso não significa dar novas funções aos colaboradores, mas adaptar suas rotinas à tecnologia disponível.

Quer uma dica? Mostre como as tarefas de cada um se tornam mais fáceis, práticas e eficazes com as novidades que irá implantar.

4. Mostre valor ao cliente

É bastante provável que o seu cliente esteja aberto às novidades, mas não há unanimidade. Talvez você encontre alguma resistência em um processo específico, uma nova forma de atendimento ou de encaminhamento de uma demanda. Tudo isso faz parte.

O segredo aqui é replicar o modelo que o convenceu sobre a importância da contabilidade digital. Da mesma forma que você percebeu valor na proposta, seu cliente também perceberá. Afinal, para ele, os ganhos também são bastante relevantes.

Faça o que estiver ao seu alcance para ajudar seus parceiros no uso de alguma ferramenta ou no processo de transição. Além de demonstrar uma postura de consultor, o que agrada ao mercado, você estará atuando em benefício próprio, já que a qualidade da informaçãorecebida otimiza o seu trabalho.

5. Conte a novidade ao mercado

Assim como acabamos de falar em cultivar o relacionamento com seus atuais clientes, não podemos esquecer dos novos e potenciais. Há muitos interessados no tipo de serviço que você pode oferecer a partir de uma estratégia de contabilidade digital. O problema é que parte deles talvez sequer saiba que seu escritório existe.

E sabe qual é a melhor solução para isso? A própria contabilidade digital, agora aplicada aomarketing. Estão justamente na internet algumas das melhores maneiras de se conectar aos futuros clientes, como um site próprio, um blog com marketing de conteúdoredes sociais e e-mail marketing.

O segredo está em dominar as ferramentas que facilitam a tarefa de encontrar seu cliente e dialogar com ele.

Erros do contador digital que você precisa evitar

Você está quase pronto para ser um contador digital. A derradeira etapa consiste em fugir dos equívocos mais comuns, os quais relacionamos abaixo.

Criar perfumaria

Uma ferramenta não pode ser disponibilizada como elemento decorativo. Se ela existe, precisa se manter em movimento. A pior estratégia é utilizar um aplicativo ou método “porque todos usam”, mas abandoná-lo em seguida. Em muitos deles, a interação é o motor do sucesso. Tenha em mente que se trata de uma solução ao cliente, não de perfumaria.

Não medir os resultados

Imagine que você adotou certa ferramenta porque um amigo falou bem dela. OK, o conselho é bem-vindo, mas será que para a sua necessidade o recurso demonstra a mesma validade? Não há como saber sem avaliar como ele se comporta, concorda? Então, meça seus resultados.

Esperar soluções mágicas

Em muitos casos, o ganho proporcionado pelas ferramentas digitais é tão fantástico que realmente parece mágica, mas não é. A eficácia de cada uma delas varia conforme são utilizadas. Ou seja, se ela será ou não útil ao negócio depende muito mais de você. Então, não transfira sua responsabilidade.

Decidir sozinho

Seja para optar ou cortar uma tecnologia, vale assumir uma postura de líder. Na prática, isso se materializa em ouvir o que a equipe tem a dizer antes e durante o uso da ferramenta. Por vezes, a partir de tais relatos, pequenos ajustes podem elevar a eficácia da estratégia. Mas quem ignora isso acaba empurrando algo sobre os colaboradores e despertando sua insatisfação.

A ContaAzul pode ajudar você

Parceira dos pequenos empreendedores e contadores brasileiros, a ContaAzul entra para a relação das ferramentas digitais indispensáveis para o seu escritório. Ousamos afirmar isso em razão do que ela oferece em termos de recursos úteis para o seu dia a dia.

Através do ContaAzul para Contadores, por exemplo, você tem acesso a uma ferramenta gratuita que permite realizar a integração contábil com o sistema de gestão do seu cliente.

Já com o Diretório de Contadores, você ganha um aliado na divulgação do seu escritório. Através desse recurso, é possível se cadastrar para ser encontrado por novos clientes.

E não podemos deixar de fora os próprios artigos publicados neste blog. Procuramos contribuir com sua atualização profissional, trazendo conteúdos ricos e dicas úteis para qualificar a sua atuação.

Assim como você é parceiro das empresas que atende, a ContaAzul quer ocupar esse posto para impulsionar o seu crescimento.

O post Contabilidade Digital: O Guia Completo apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

NFS-e nacional: entenda o que é e prepare-se para as mudanças

Já faz alguns anos que o Brasil consolidou as notas eletrônicas para as mais diversas atividades. Agora, novas mudanças estão ocorrendo nesse sentido, e impactarão as prestadoras de serviços. Até o final deste ano, a NFS-e nacional — Nota Fiscal de Serviços Eletrônica padronizada — será implementada.

Recuperação de crédito
tributário

Empresas do Lucro Real e Lucro Presumido

*Folha de Pagamento acima de R$ 60 mil/mês

Sistemas para Empresas
Contábeis

Agente Autorizado Soluti

Inovando o uso da identidade digital das pessoas, das empesas e das coisas.

Nota Fiscal Eletrônica

Saiba Mais

previous arrow
next arrow
Slider

Isso quer dizer que os documentos e procedimentos atuais, diferentes em cada cidade do país, serão substituídos. Com isso, prefeituras e empresas terão de se adequar ao novo processo de emissão de notas. E desde já é preciso estar a par das mudanças para não ter dificuldades quando o documento estiver em uso.

Então, entenda o que será essa nova nota e o que mudará na prática para seu negócio.

O que é a NFS-e nacional

A nota fiscal de serviços nacional será, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é para produtos, um documento único de emissão obrigatória nas prestações de serviços.

Atualmente, a maioria das prestações, o Imposto Sobre Serviços (ISS) e as notas de serviços são reguladas pelas cidades brasileiras. Com o projeto, da Receita Federal junto à Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), apenas um documento existirá — sendo regulado nacionalmente.

Objetivos da nota de serviços nacional

Com o projeto, a Receita Federal e a Abrasf buscam implantar os procedimentos eletrônicos de emissão de notas de serviços em todo o país. Porque, como o documento ainda é de responsabilidade municipal, as milhares de prefeituras brasileiras estão em diferentes estágios da aplicação. Assim, enquanto algumas utilizam as notas eletrônicas há anos, outras ainda oferecem alternativas manuais.

Também, a Receita conseguirá padronizar os procedimentos de emissão. Dessa forma, facilitará e simplificará a adesão das prestadoras à legislação e eliminará as exceções e diferenças em processos.

Por consequência, a padronização ainda dará agilidade para a troca de informações entre os órgãos de fiscalização, pois será possível padronizar também as declarações e as incidências do ISS.

Implantação da NFS-e nacional

Conforme o Ministério da Fazenda, até o fim de 2017 será criada a infraestrutura para que o projeto funcione em escala nacional, com elementos como:

  • Emissor público de notas de serviços no Brasil;
  • Banco de dados nacional das informações geradas nas prestações de serviços e em suas emissões de notas;
  • Portal da NFS-e nacional, para que usuários baixem o emissor e tenham acesso a serviços como a recuperação de um documento pelo seu arquivo XML.

Já em ação, a partir de dezembro, as seguintes cidades iniciarão o funcionamento e servirão para teste dos novos procedimentos:

  • Porto Alegre;
  • Rio de Janeiro;
  • São Paulo;
  • Brasília;
  • Maringá;
  • Marabá;
  • E Belo Horizonte.

Exigência de certificado digital

A nota fiscal de serviços nacional também tornará mais segura a movimentação de dados nas prestações.

Atualmente, muitas prefeituras não exigem que as empresas tenham a certificação digital para emitir notas, principalmente as micro e pequenas.

Já o documento nacional não poderá ser emitido sem uso do certificado digital. Essa medida, além de fazer parte da padronização de processos, visa dar mais segurança a emissores e destinatários, assegurando a autenticidade das notas emitidas.

Regras de geração da NFS-e nacional

Mesmo o projeto não estando em total funcionamento, o portal do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), já publicou suas normas de uso.

Preenchimento de serviços

Os serviços que poderão ser colocados no novo documento são aqueles que constam na Lista de Serviços da Lei Complementar 123, de 2006.

Cada nota emitida poderá conter apenas um item, e a partir dele, mais de um serviço. Por exemplo, um dos itens é relativo a serviços de informática. Então, quando este item for utilizado, apenas os serviços abrangidos por ele serão permitidos na nota, como consultoria em informática e programação.

ISS destacado na nota

Apesar de se tratar de um projeto nacional, o imposto sobre as atividades continuará sendo o municipal. As alíquotas internas de ISS continuarão existindo e sendo aplicadas da mesma forma.

Para optantes pelo Simples Nacional, o percentual de ISS será o do regime. Portanto, no preenchimento, os responsáveis por negócios enquadrados nele terão de preencher o quanto de ISS devem pagar de acordo com os anexos do Simples e suas faixas de faturamento.

Emissão do Recibo Provisório de Serviços (RPS)

Esse recibo é uma solução manual, que deverá ser buscada pela empresa na prefeitura.

Ele servirá para que, quando não for possível emitir a nota eletrônica, o contribuinte emita um recibo provisório ao seu cliente. Porém, posteriormente, o recibo deverá ser convertido em um documento eletrônico.

O ideal é que isso seja feito o mais rápido possível, até pelo bem dos procedimentos internos da empresa. Mas existirá um prazo oficial para cada município, informação a ser solicitada com a administração da cidade.

Por exemplo, a prestadora é chamada para uma manutenção veicular de emergência em um local remoto e, sem diagnóstico do problema, não tem como precificá-lo previamente. Depois, após dar a solução, o profissional pode não ter como emitir a NFS-e. Assim, no caso, recorre ao RPS.

Em seguida, a empresa o envia — junto a outros possivelmente emitidos — à prefeitura, ficando com uma via de cada RPS. Assim, cada um deles gera uma nota eletrônica, que o negócio irá armazenar, escriturar, usar para apuração de impostos e enviar aos clientes.

Correção de notas

Diferentemente da NF-e, a nota de serviços nacional não permitirá emissão de carta de correção no caso de erros.

Como já ocorre com a nota eletrônica de serviços de várias cidades atualmente, as correções poderão ser feitas de duas formas:

  • Cancelamento da primeira nota e emissão de uma nova correta;
  • Substituição do documento errado por outro, que tem de ser vinculado ao primeiro, este identificado na correção.

Seu negócio presta serviços ou você pretende abrir uma empresa prestadora? Então, vá se preparando para a NFS-e nacional desde já com o que abordamos no post. E não deixe de buscar informações específicas das leis de sua cidade na prefeitura.

Se você ainda tem alguma dúvida sobre a nota de serviços nacional, deixe nos comentários para respondermos.

Via contabnet

O post NFS-e nacional: entenda o que é e prepare-se para as mudanças apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico

Hora extra e banco de horas: diferenças, vantagens e desvantagens

Da mesma forma que funcionários precisam cumprir horas extras pela alta demanda de clientes, em outras situações a carga de trabalho pode diminuir. Então, surge a dúvida para o empregador: hora extra ou banco de horas?

Como as duas opções podem ser adequadas a diferentes situações, neste post vamos te ajudar a decidir qual delas implantar na empresa. Veja as vantagens, desvantagens e diferenças entre hora extra e banco de horas!

Deu a louca na Ensino Contábil, cursos de 80 a 110 reais (Saiba Mais)

O que é o banco de horas?

Funciona como um acúmulo das horas extras feitas pelos funcionários. Como não são recebidas no fechamento de cada folha de pagamento, ficam guardadas para uso posterior como folgas ou redução de horas trabalhadas em expedientes.

Dentro do sistema, existem ainda as formas aberta e fechada. O banco aberto é aquele no qual não existem datas definidas para uso das horas acumuladas. Já no banco fechado elas existem, com calendário para compensações em folgas ou diminuição de expedientes.

Quais as vantagens para empresas?

Adequação da mão de obra à demanda

Assim como é possível contar com os funcionários quando a demanda aumenta, pode-se reduzir a equipe quando há menos trabalho, evitando que haja empregados ociosos na empresa — e ainda recebendo salário.

Redução da rotatividade de funcionários

Em épocas de escassez, alguns negócios demitem trabalhadores. Depois, quando o quadro melhora, contratam novos profissionais para atender ao aumento de demanda e, caso exista necessidade de mais tempo de trabalho, precisam pagar horas extras.

O banco de horas pode evitar a rotatividade, além dos custos com horas de expediente adicionais e demissões.

Quais as desvantagens para empresas?

Possibilidade de processo trabalhista

Caso não haja atenção à compensação, que deve ocorrer até 12 meses depois da realização de horas extras, os trabalhadores podem acionar a Justiça do Trabalho contra a empresa.

Possibilidade de não atrair profissionais desejados

Um bom e experiente funcionário de uma organização pode preferir a empresa concorrente quando se estabelece o banco, pois é possível que ele deseje receber o salário normal pelo expediente comum na íntegra e ainda incrementar sua renda com horas adicionais.

Quais as vantagens para funcionários?

Liberdade para se ausentar por motivos alheios ao trabalho

Empregados que possuem horas acumuladas podem aproveitá-las para faltar ao expediente quando precisam resolver algo pessoal em horário comercial.

Ganho de estabilidade no emprego

Com a possibilidade de a empresa liberar equipes do trabalho quando a demanda é pouca, as chances são menores de que ocorram demissões em períodos de baixa no mercado.

Qual a principal desvantagem para funcionários?

Impossibilidade de incrementar a renda

Ainda que os empregados façam horas extras, no banco de horas sempre receberão o mesmo salário.

O que são as horas extras?

Esse é o funcionamento mais comum nas empresas brasileiras: quando os funcionários trabalham horas a mais, elas são recebidas imediatamente no próximo cálculo de contracheque.

Quais as vantagens para empresas?

Eliminação do risco de processos trabalhistas por conta de compensações

Como nesse sistema o pagamento das horas excedentes é feito no fim do mês, não há como a empresa ser acionada na Justiça por falta de compensação.

Atração de talentos por questões financeiras

Ao contrário do que vimos nas desvantagens do banco, pagar horas extras pode chamar a atenção de bons profissionais que desejam elevar a renda sempre que possível.

Qual a principal vantagem para funcionários?

Possibilidade de elevar ganhos

A diferença que se destaca entre hora extra e banco de horas para empregados é a questão financeira. Se no banco não dá para aumentar o salário com horas excedentes, no sistema comum os funcionários podem elevar a renda com expedientes adicionais.

Qual a desvantagem para funcionários?

Menor liberdade

Sem horas para utilizar durante o serviço, os empregados precisam de autorização para se ausentar do trabalho por motivos pessoais. E se o caso em questão não garantir abono das horas por lei, o tempo de ausência é descontado no contracheque.

Via progresso contabilidade

O post Hora extra e banco de horas: diferenças, vantagens e desvantagens apareceu primeiro em Jornal Contábil.

Powered by WPeMatico