10 coisas que empreendedores que querem crescer precisam ler antes de enfrentar o 2º semestre

Confira a seleção de artigos, eventos e recomendações de leitura do time da Endeavor antes do segundo semestre chegar.

A gente sabe. Vida de empreendedor é tão corrida que não dá tempo de checar o Facebook toda hora, abrir todos os e-mails ou acompanhar todas as notícias, em tempo real. Os artigos não lidos acabam se acumulando, o eBook baixado fica na área de trabalho para ser lido assim que sobrar tempo e fica aquela sensação ruim de sempre estar perdendo alguma coisa.

É por isso que a Endeavor criou esse artigo especial, quando o primeiro semestre se aproxima do fim. Uma grande curadoria dos melhores conteúdos do portal, sugestões de leitura, eventos e novidades para você se inspirar, refletir e parar. Rever o que aconteceu no ano e quais são os planos que deseja tirar do papel antes de 2017 chegar ao fim.

Aproveite! E depois, conte para nós o que achou.

Os mais vistos do mês no Portal Endeavor

Day1: 7 conselhos de empreendedores para manter o sonho vivo (e realizá-lo)

“Minha riqueza vem de olhar para trás e saber que eu sonhei alguma coisa, que consegui fazer, e de olhar para frente e saber que esses sonhos que eu tenho não têm limite e que eu não vou parar.”

No palco do Day1, na frente de mais de mil pessoas que lotavam a Sala São Paulo e para as 55 mil que assistiam online, Paola Carosella surpreendeu. Compartilhou sua história de coragem, sem esconder a emoção. Falou com o coração. Dê o play abaixo e assista ao Day1 de Paola Carosella.

Se você perdeu as outras histórias, também pode conferir os vídeos clicando aqui. E se gostou, não se esqueça de compartilhar com seus amigos empreendedores. O Brasil precisa de bons exemplos.

Quanto menos você vê, mais se joga e abraça o risco: como essa empresa transformou o modelo de negócio

“O que que mais fiz naquele ano foi negociar dívida. Muitas vezes eu me questionei: “Será que é isso mesmo?’ Muitas pessoas me falavam para encontrar emprego em uma área comercial e ganhar dinheiro de outra forma. Mas, em nenhum momento eu duvidei. Eu lembrava do brilho nos olhos das pessoas que vestiam minhas roupas e pensava:

Se eu fui capaz um dia de fazer as pessoas felizes por meio da roupa, vou fazer isso de novo.”

Esse foi um dos momentos mais difíceis na jornada de Milena Satyro. Sua indústria de uniformes personalizados chegou a enfrentar uma dívida milionária, quando os planos de terceirização deram errado. Mas, nesse relato, ela conta como se reergueu para criar um modelo de negócios mais inovador.

“Transformar a vida de uma pessoa é bom, mudar a de mais de meio milhão é incrível”

“Nossa missão-base é transformar o Brasil por meio da educação, por isso realmente temos que ter volume. Transformar a vida de uma pessoa é bom, mudar a de mais de meio milhão é incrível.”

A história de Rogério Gabriel com a Endeavor começou há exatos seis anos. E neste mês tivemos a alegria de contar que, com uma nova aquisição, a companhia dele é 5 vezes maior do que quando ele se tornou Empreendedor Endeavor. Na bagagem, a lição que fica é: quanto maior o sonho e a capacidade de execução, maior a chance de causar um impacto positivo no mundo. A história de Rogério é a prova disso.

“Ninguém está trabalhando para o nosso futuro. Aquela cadeira está vazia”

“Toda reunião eu vou falar sobre o mesmo ponto: enquanto cada um de nós está trabalhando duro no presente, vamos nos lembrar que ninguém está trabalhando para o nosso futuro. Aquela cadeira está vazia”

James Allen, da Bain & Co, faz uma provocação que vale parar para refletir. Alguém na sua empresa está pensando no futuro do negócio? Ou seria essa uma cadeira vazia? Veja o artigo completo clicando aqui.

Que executivos você quer ter ao seu lado: tarefeiros ou executores?

“Não adianta ser bom na implementação da estratégia se a estratégia está errada. Também não adianta nada ter uma excelente estratégia se a implementação é fraca.”

O mentor Sergio Roberto Cochela explica nesse texto a diferente entre o profissional focado na estratégia e o tarefeiro. Uma diferenciação fundamental para você refletir sobre o líder que quer ter ao seu lado.

Anote na agenda: eventos e iniciativas que acontecem em julho

4 de julho, das 9h às 10h
Mentoria Online | Processo e Ferramentas para um Crescimento Certeiro

Você sente que a sua empresa perde muito tempo refazendo tarefas? Falta alinhamento interno? Essas dificuldades de gestão podem estar ligadas à ausência de processos claros, o que impacta diretamente na estratégia de crescimento da empresa. É por isso que logo no início do mês vamos fazer um bate-papo online com Roberto Faldini, cofundador do IBGC, sobre governança corporativa e como qualquer empreendedor, independentemente do tamanho da empresa, pode implementar esses processos.

Faça sua inscrição e envie sua pergunta para ser respondida ao vivo!

Até 5 de julho
Programa de Aceleração BrazilLab | Inscrições abertas

Você tem uma solução que pode mudar cidades brasileiras? Inscreva-se no BrazilLAB!

O BrazilLAB, primeiro hub de inovação que conecta empreendedores com o setor público no Brasil, está nos últimos dias de inscrição para o programa de aceleração 2017! A iniciativa fornece mentoria especializada em direito administrativo, ajuda financeira e apoio para a construção de modelos B2G (bussiness-to-government). Também apoia a aproximação dos empreendedores com as administrações municipais. No ano passado, os empreendedores realizaram um pitch das suas soluções para mais de 20 prefeitos. Vale a pena conhecer!

O que estamos lendo

“Não tente ser um herói”

Recomendado por Luis Felipe, do time de Apoio a Empreendedores da Endeavor

Pascal Finette, da Singularity University, reforça nesse artigo uma das mensagens que nós na Endeavor mais acreditamos: com o apoio de uma rede, o empreendedor vai mais longe. Por isso, encare sua rede pessoal como um dos ativos mais valiosos que você tem. Procure mentores próximos, peça que alguns conhecidos te apresentem para pessoas-chave do seu mercado, participe de eventos e construa relações profundas para trocar aprendizados, experiências e desafios. Sozinho, você pode chegar lá. Mas com o apoio de uma rede você chega mais longe. Veja o texto completo aqui.

“Nos últimos meses, eu tive uma série de conversas com empreendedores da minha rede, que estavam enfrentando grandes desafios. Alguns tinham desentendimentos com seus sócios, outros estavam quase ficando sem dinheiro, outros ainda enfrentavam contratempos com seus produtos ou com a concorrência. A única coisa que todos eles tinham em comum é que não dividiam suas lutas com ninguém por meses. Todos eles tentavam ser heróis.”

Executivos do Vale do Silício estão contratando filósofos para ensiná-los a questionar tudo.

Recomendado por Daniel Castello, mentor Endeavor

Em algumas empresas do Vale, uma figura está surgindo: uma espécie de Chief Philosophy Officer, capaz de provocar os empreendedores com perguntas mais profundas, ao mesmo tempo que traz para a prática os pensamentos de grandes nomes da filosofia. Um movimento bastante interessante!

“Em vez de perguntar, por exemplo, “Como eu posso ser mais bem-sucedido”, é muito mais importante perguntar: “Por que ser bem-sucedido”.

Livro Receita Previsível

Recomendado por Igor Piquet, do time de Apoio a Empreendedores da Endeavor

Esse livro é uma grande provocação para empreendedores e gestores de vendas do mundo todo. Os autores Aaron Ross e Marylou Tyler explicam como criar uma máquina de vendas, que levou empresas como a Salesforce a aumentar substancialmente sua receita e crescer.

“Desista de tentar controlar os seus prospects, e confie que, se vocês são um fit mútuo, você continuar nutrindo eles e se suas “camadas” são relevantes e úteis, eles vão virar seu cliente algum dia.”

Para se aprofundar, veja também:

Mentores recomendam: 5 livros para acelerar o crescimento da sua empresa em 2017

Ouça as 8 mentorias online para empreendedores mais ‘pops’ de 2017 e seus principais aprendizados

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Parcelamento de dívidas do MEI, onde fazer

A Receita Federal começou a disponibilizar a opção de parcelamento para dívidas do MEI. Você pode solicitar seu parcelamento MEI partir do dia 03/07/2017 até o dia 02/12/2017.

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Essa já era uma luta antiga de muitos Microempreendedores Individuais. Aproveitem a oportunidade para buscar regularizar a situação do DAS que estiver em atraso.

Não poderei dar informações detalhadas sobre como realizar o procedimento pois ainda não tive contato direto com a realização do mesmo. Deixo aqui uma informação geral e essas dicas.

Dicas úteis referentes ao Parcelamento para o MEI.

  • Fique atento ao prazo;
  • O valor mínimo das parcelas será de R$ 50,00;
  • Até 120 parcelas para débitos até 05/2016;
  • Você precisa ter apresentado as declarações dos respectivos anos que tenha interesse do parcelamento;

MEI poderá pedir o modo convencional, com prazo máximo de 60 meses e parcela mínima também de R$ 50,00. Nessa modalidade poderão ser parcelados todos os débitos até o último período declarado na DASN-SIMEI.

Você precisa entrar em contato com a Receita Federal para ter uma orientação passo a passo de como realizar o procedimento.

Ligue para 146 ou busque um ponto de atendimento da Receita Federal na sua localidade. Eu particularmente recomendo que vá pessoalmente pois por ser um procedimento novo e sabendo que ha certa morosidade no atendimento via telefone pode ser difícil ter informações precisas a distância.

Informações obtidas a partir do site do Simples Nacional.

Via Conhecimento MEI

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Divulgado o cronograma de pagamento do Abono Salarial do PIS exercício 2017/2018

Através da Resolução CODEFAT nº 790/2017,foi divulgado o cronograma de pagamento do Abono Salarial do PIS para o exercício 2017/2018.

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NAS AGÊNCIAS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

NASCIDOS EM RECEBEM A PARTIR DE RECEBEM ATÉ
JULHO 27.07.2017 29.06.2018
AGOSTO 17.08.2017 29.06.2018
SETEMBRO 14.09.2017 29.06.2018
OUTUBRO 19.10.2017 29.06.2018
NOVEMBRO 17.11.2017 29.06.2018
DEZEMBRO 14.12.2017 29.06.2018
JANEIRO FEVEREIRO 18.01.2018 29.06.2018
MARÇO  ABRIL 22.02.2018 29.06.2018
MAIO JUNHO 15.03.2018
29.06.2018

O crédito em conta para correntistas da CAIXA será efetuado a partir de Julho/2017 conforme tabelas abaixo:

NASCIDOS EM CRÉDITO EM CONTA
JULHO 25.07.2017
AGOSTO 15.08.2017
SETEMBRO 12.09.2017
OUTUBRO 17.10.2017
NOVEMBRO 14.11.2017
DEZEMBRO 12.12.2017
JANEIRO  FEVEREIRO 16.01.2018
MARÇO  ABRIL 20.02.2018
MAIO  JUNHO
13.03.2018

Pagamento de Abono regularização cadastral (inciso II do art. 4º, desta Resolução) no período de 05.10.2017 a 29.06.2018.

PROGRAMA DE FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SERVIDOR PÚBLICO – PASEP
NAS AGÊNCIAS DO BANCO DO BRASIL S.A.

FINAL DA INSCRIÇÃO RECEBEM A PARTIR DE RECEBEM ATÉ
0 27.07.2017 29.06.2018
1 17.08.2017 29.06.2018
2 14.09.2017 29.06.2018
3 19.10.2017 29.06.2018
4 17.11.2017 29.06.2018
5 18.01.2018 29.06.2018
6 e 7 22.02.2018 29.06.2018
8 e 9 15.03.2018
29.06.2018

O crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do terceiro dia útil anterior ao início de cada período de pagamento, conforme cronograma.

FINAL DA INSCRIÇÃO FOPAG – A PARTIR DE
0 e 1 01.08.2017
2 01.09.2017
3 02.10.2017
4 01.11.2017
5 02.01.2018
6 e 7 01.02.2018
8 e 9
01.03.2018

Pagamento pela FOPAG (através da folha de pagamento das entidades conveniadas) – o crédito será efetuado no período de agosto/2017 a maio/2018.

Pagamento de Abono regularização cadastral (inciso II do art. 4º, da Resolução CODEFAT nº 790/2017) no período de 05.10.2017 a 29.06.2018.

A Resolução CODEFAT nº 790, de 28/06/2017 foi publicada no DOU em 30/06/2017.

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Prazo para adesão ao novo REFIS abre em 3 de julho

O Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 783, de 31 de maio de 2017, que institui o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT). Pelas regras do programa, os contribuintes poderão liquidar dívidas perante a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vencidas até o dia 30 de abril de 2017.

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A adesão ao PERT poderá ser feita mediante requerimento a ser efetuado de 3 de julho de 2017 até o dia 31 de agosto de 2017 e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável, mesmo que se encontrem em discussão administrativa ou judicial, desde que o contribuinte previamente desista do contencioso. Da mesma forma, o contribuinte poderá incluir neste programa as dívidas que já tenham sido incluídas em outros parcelamentos.

Ao aderir ao programa o contribuinte se compromete a pagar regularmente os débitos vencidos após 30 de abril de 2017, inscritos ou não em Dívida Ativa da União, e a manter a regularidade das obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Via medicon

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O que você precisa saber sobre os Adicionais?

Conforme os ensinamentos do ilustríssimo Maurício Godinhos Delgado (2015. P. 815), “Os adicionais consistem em parcelas contraprestativas suplementares devidas ao empregado em virtude do exercício do trabalho em circunstâncias tipificadas mais gravosas.”

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Os adicionais não possuem natureza indenizatória, são parcelas contraprestativas, paga-se um plus em virtude desconforto, desgaste ou risco vivenciados, da responsabilidade e encargos superiores recebidos, do exercício cumulativo de funções etc. Portanto, a parcela é nitidamente salarial.

Com os adicionais, percebe-se a figura das percentagens, pois, são calculados percentualmente sobre uma parcela salarial.

Vejamos os tipos de Adicionais Salariais:

  • Hora Extra: 50% ou 100% de acréscimo. Hora que extrapola a jornada máxima.
  • Noturno: 20% de acréscimo. Aplicado ao Trabalhador urbano e doméstico, trabalho realizado entre às 22 horas de um dia e às 05 horas do dia seguinte. Trabalhador rural, acréscimo de 25%.
  • Periculosidade: 30%, atividades que impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador ao perigo.
  • Insalubridade: 10%, 20% ou 40% de acréscimo. Atividades que exponham os funcionários à agentes nocivos a saúde.
  • Transferência: 25% de acréscimo. Provisório. Transferência provisória de empregado para localidade estabelecida no contrato.
  • Sobreaviso: ⅓ da hora de trabalho de acréscimo. Acordo entre empregador e empregado, em que o funcionário aguarda uma possível chamada para o trabalho.

Além dos citados acima, existem ainda os adicionais que se aplicam a categorias específicas e delimitadas de empregados.

Igualmente, convido os leitores para lerem alguns textos meus em que falo um pouco mais sobre Horas Extras e Adicional Noturno.

Por Fernanda Martins

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Autorizado o pagamento excepcional do abono salarial aos participantes que não receberam o benefício referente ao exercício de 2016/2017

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) autorizou, excepcionalmente, o pagamento do abono salarial, referente ao exercício de 2016/2017, aos participantes que não receberam o benefício durante a vigência dos cronogramas constantes dos Anexos I e II da Resolução Codefat nº 768/2016, os quais estabelecem o pagamento do abono até 30.06.2017.

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Data

A realização do citado pagamento aos participantes do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) deverá ocorrer no período de 27.07 a 28.12.2017.

(Resolução Codefat nº 785/2017 – DOU 1 de 29.06.2017)

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EIRELI: o que é e quem pode adotar?

Na hora de abrir o próprio negócio, a prática mais comum é ser um Microempreendedor Individual, que garante benefício e é ideal para quem não possui um faturamento alto ou não precisa de um grande número de funcionários. Mas o que fazer quando a sua empresa têm um crescimento rápido, precisa de uma equipe completa e mais capital? A melhor saída é optar por uma Eireli.

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O que é?

A Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) é uma categoria empresarial em que o empreendimento é formado por um único sócio-proprietário. Ela exige capital social equivalente a, no mínimo, 100 vezes o salário mínimo atual. Hoje, por exemplo, o valor está perto de R$ 88 mil.

Por que ela surgiu?

Desde que foi criada, em 2011, a Eireli ajuda a separar os patrimônios profissionais e particulares do empreendedor. Ela faz com que a empresa seja a única fonte para quitar possíveis dívidas. Isso garante segurança para os bens pessoais e renda do empresário, além de acabar com a prática de sócio “fictício” – feita por pessoas que não se enquadravam como MEI e não queriam ter um parceiro na administração do negócio, mas, ainda assim, pretendiam montar sua empresa.

Quem pode adotar?

O formato é válido para diferentes ramos de atividade econômica, seja na área de serviços, indústria ou comércio. São profissionais liberais e modelos de negócio que faturam entre menos de R$ 360 mil por ano (no caso das microempresas). Elas podem ter mais de um funcionário fixo ou empresas de pequeno porte com receita bruta anual entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões. Quem já tem uma empresa em Sociedade Limitada também pode transformá-la em Eireli sem precisar fechar o contrato. Isso, desde que apenas um dos sócios fique responsável e as regras sejam adequadas (incluindo o valor do capital social, alteração do nome e modificação dos documentos para o formato de ato constitutivo).

O que a Eireli permite?

Permite ao empreendedor aderir ao Simples Nacional e adotar um regime tributário simplificado. Além disso, pode prestar serviços a órgãos públicos, participar de licitações, abrir filiais, ter uma escritura. Também pode ingressar na Lei de Falências e contratar uma equipe fixa. Você vai poder oferecer serviços como qualquer outra empresa – inclusive, vai poder acompanhar pagamentos e histórico de clientes com as opções oferecidas pelo Boleto Bancário.

Eireli ou MEI?

A principal diferença está na separação do patrimônio. Enquanto o MEI só pode faturar até R$60.000,00 anuais, o empresário em regime de Eireli pode ter um valor maior de faturamento e, ainda assim, garantir seus benefícios. A Eireli ainda oferece responsabilidade limitada e sua única desvantagem em relação ao MEI é a necessidade de um valor mínimo no capital social.

Qual é o processo para abrir uma Eireli?

Você vai precisar elaborar um documento de constituição para a Junta Comercial. Assim como, inscrições em outros órgãos, como a Secretaria de Fazenda do Estado e a Prefeitura Municipal. O cadastro deve ser feito com o CNPJ em mãos e o nome da empresa. O mesmo deve ter, obrigatoriamente, a expressão “EIRELI” depois da firma ou denominação social.

Via boleto bancário

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Condominio – Recolhimento de Impostos – PIS, COFINS e CSLL

Recolhimento de Impostos – PIS, COFINS e CSLL

Acima de R$ 215,17, fica para o contratante a responsabilidade de recolher estes impostos

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Os condomínios são obrigados a fazer os recolhimentos de COFINS, PIS e CSLL devidos por todos os serviços que contratem cujo valor fique acima R$ 215,17. Os recolhimentos terão de ser feitos até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento. Se  o dia 20 for em uma final de semana ou feriado, o pagamento deverá ser antecipado.

Acima de R$ 215,17, fica para o contratante a responsabilidade de recolher o PIS, a COFINS e CSLL  relativos a determinados serviços. Entre eles, estão vigilância e limpeza.

Confira abaixo explicações objetivas sobre o recolhimento.

O que é COFINS

É a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.

Modificações nos últimos anos

O COFINS só deve ser retido quando o valor do serviço for superior a  R$ 215,17 por nota fiscal. Esta decisão foi introduzida pela lei Lei 13.137/15.

Caso haja dois ou mais pagamentos a um mesmo prestador de serviços e o montante for superior a  R$ 215,17 os tributos deverão ser retidos e recolhidos normalmente nos moldes da legislação anterior. Os serviços prestados de pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas deverão fazer a retenção de 4,65% a título de PIS: 0,65%, COFINS 3,00% e CSLL 1,00% quando os pagamentos forem superiores à R$ 215,17, por nota fiscal.

Quem contribui

A instrução normativa SRF 381, de 30/12/2003, dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e prestação de serviços. Diz ela no seu artigo Primeiro, parágrafo Primeiro 1º que a COFINS aplica-se inclusive aos pagamentos efetuados por:

I- associações, inclusive entidades sindicais, federações, centrais sindicais e serviços sociais autônomos; II- sociedades simples, inclusive cooperativas; III- fundações de direito privado; IV- condomínios de edifícios.

Valor das contribuições

O valor da Contribuição Sobre o Lucro Líquido (CSLL), da COFINS e da Contribuição para o PIS/PASEP, será determinado mediante a aplicação, sobre o montante a ser pago, do percentual de 4,65%, correspondente à soma das alíquotas de:

  • 1% – CSLL,
  • 3% – COFINS,
  • 0,65% – PIS/PASEP

A contribuição é recolhida no DARF (Documento de Arrecadação da Receita Federal), mediante o código 5952.

Quando recolher

Os tributos retidos por ocasião de serviços prestados, acima de R$ 215,17 deverá ser recolhido até o dia 20 do mês seguinte – independente do dia que o serviço foi prestado.

Serviços que geram recolhimento em condomínios

Prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, locação de mão-de-obra, administração de contas a pagar e receber, remuneração de serviços profissionais como contador, advogado, despachante.

Via Secovi e Sindiconet

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Como calcular os custos de um funcionário?

Quando um gestor inicia o seu planejamento, um dos itens que entram na pauta é o salário dos colaboradores para realizar a operação com sucesso. Não basta apenas mensurar quantas pessoas serão necessárias para tocar a sua companhia, entretanto também é preciso saber quanto elas vão custar no final do mês. A conta pode parecer simples, mas há uma série de custos que devem ser levados em consideração. Você sabe como calcular os custos de um funcionário?

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O sistema tributário brasileiro está longe de estar entre os mais simples e aqueles gestores menos atentos podem acabar perdendo o controle das finanças caso não levem em consideração cada um dos custos de contratação de um funcionário. Segundo a Fundação Getúlio Vargas e a Confederação Nacional das Indústrias, em muitos casos um colaborador pode custar até 2,8 vezes o seu salário para o bolso da empresa.

Assim, calcular todos os custos de um funcionário, bem como eventuais aumentos em sua remuneração, é o primeiro passo para estruturar o seu planejamento e organizar as suas finanças. Vamos conhecer um pouco mais sobre cada um desses custos?

Não é só o salário

Quando você contrata um funcionário sobre o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), não é apenas o salário pago a ele que deve ser colocado na sua planilha de custos. Existem ainda outros encargos que devem ser pagos diretamente ao trabalhador e impostos que devem ser recolhidos na Folha de Pagamento.

Esses encargos trabalhistas variam em função da faixa de renda do trabalhador, podendo chegar a até 27,5% de desconto. Há ainda os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que devem ser recolhidos mês a mês. A melhor solução é contar com o auxílio de um contador para obter os valores precisos.

Tributos ao longo do ano

Além do valor do salário, um funcionário contratado sob o regime da CLT também apresenta uma série de tributos, cujos valores são cobrados ora do empregador, ora do trabalhador. A lista de custos inclui o 13º Salário, as férias, o adicional de férias, o desconto do INSS e os depósitos do FGTS.

Além disso, devem ser contabilizados, se houver, itens como plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, auxílio alimentação, vale-refeição e vale-transporte. Somando tudo isso, é bem provável que você tenha aí um custo significativo para incluir nas suas planilhas e esses valores variam de empresa para empresa.

Investimentos no seu funcionário

É raro uma empresa conseguir contratar um funcionário que chegue completamente preparado para assumir todas as suas funções. Dependendo da atividade a ser exercida, será preciso treinar esse novo colaborador para que ele possa, de fato, executar com maestria tudo aquilo que será cobrado.

Assim, seu planejamento deve contar ainda com itens com treinamentos, capacitações, atualizações, certificações, além de custos operacionais como horas extras e despesas pertinentes comprovadas por meio de notas fiscais, como viagens, alimentação, despesas telefônicas, entre outros itens.

Sindicatos também podem influir

Outro item que pode ter algum tipo de influência direta na Folha de Pagamentos são as convenções coletivas e os acordos feitos junto a sindicatos. O profissional sindicalizado, por exemplo, pode requerer que certos valores sejam descontados em folha, de forma que será preciso providenciar o repasse, se for o caso.

Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real

A maneira como a empresa se enquadra aos olhos da lei determina ainda que tipo de custos incidem sobre os seus funcionários. Negócios enquadrados no Simples Nacional, nos anexos I, II e III, por exemplo, devem pagar:

  • 8% de FGTS
  • Valor anual de férias (além de 1/3 sobre elas)
  • Valor proporcional aos meses trabalhados em forma de 13º salário
  • 8% de INSS (descontado na folha de pagamento)
  • Vale-refeição
  • Vale-transporte (sendo 6% descontados na folha de pagamento)

Já negócios que se enquadrem no Simples Nacional, mas no anexo IV, e que façam a sua declaração de Imposto de Renda pelas fórmulas de Lucro Presumido e Lucro Real, há mais itens a serem considerados:

  • Custo maior de INSS (20%)
  • Pagamento de alíquota RAT ao INSS (1 a 3%), como cobertura de eventuais acidentes de trabalho
  • Alíquotas de terceiros (como SENAI e SESI), para financiamento de programas

Cálculo de demissão

Quando o gestor se vê em meio a uma situação complicada, a demissão de alguns colaboradores pode ser uma solução para aliviar os custos operacionais. Entretanto, o desligamento de um funcionário traz uma série de custos consigo, cujos valores precisam ser avaliados para que ao invés de solucionar um problema você não acabe criando um rombo no seu caixa.

Para fazer esse cálculo de custo, é necessário ficar atento a itens como aviso prévio, proporcionalidade de férias e de 13º salário devidos, além de tributos proporcionais ao número de anos trabalhados. No caso de dispensa sem justa causa, há ainda a multa sobre o FGTS, no valor de 40%.

Vale a pena ficar de olho

Como você pôde perceber, os custos que incidem sobre a contratação de um funcionário são muito maiores do que o pagamento do salário. Deixar de observar todos esses critérios pode fazer com que você se complique em seu planejamento ou, ainda pior, pague multas e tenha que arcar com processos trabalhistas por conta do descumprimento de alguma das normas.

Portanto, a dica é não descuidar do processo de gestão de custos dos seus funcionários, mantendo profissionais capacitados para fazer esses cálculos e utilizando softwares modernos que automatizem esse processo, visando minimizar erros e aumentar a produtividade.

Via sagestart

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PIS e COFINS: Receita Esclarece Dúvidas dos Contribuintes

Através de várias soluções de consulta publicadas nesta semana, a Receita Federal esclareceu dúvidas dos contribuintes sobre a tributação do PIS e da COFINS.

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Selecionamos algumas destas consultas:

Créditos PIS e COFINS – Depreciação do Imobilizado

Na atividade de prestação de serviços de transportes rodoviários de cargas, desde que atendidas as demais exigências legais, é admitido o desconto de créditos do PIS/COFINS sobre os encargos de depreciação de tanque de combustível e de bomba de abastecimento, incorporados ao ativo imobilizado, adquiridos para abastecer a frota de veículos que executa o transporte rodoviário de cargas.

(Solução de Consulta Cosit 337/2017)

PIS-COFINS Importação – Distribuição de Softwares

As importâncias pagas, creditadas, entregues, empregadas ou remetidas a residente ou domiciliado no exterior a título de royalties, em decorrência do direito de comercialização de software, não sofrem a incidência do PIS e da COFINS-Importação, desde que estes valores estejam discriminados no documento que fundamentar a operação, ressalvada a incidência sobre eventuais valores referentes a serviços conexos contratados.

(Solução de Consulta Cosit 342/2017)

Associação Civil – Incidências

Associação sem fins lucrativos a que se refere o art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997, está sujeita à contribuição para o PIS/PASEP com base na folha de salários, à alíquota de 1% (um por cento).

Associação sem fins lucrativos, que satisfaça os requisitos legais previstos no art. 15 da Lei nº 9.532, de 1997, tem isenção da COFINS em relação às receitas relativas às atividades próprias.

Contudo, receita financeira não se enquadra no conceito de “receita própria”, por escapar àquelas expressamente mencionadas no § 2º do art. 47 da IN SRF nº 247, de 2002.

(Solução de Consulta Disit/SRRF 8.041/2017)

Suspensão – Resíduos, Desperdícios e Aparas

Faz jus à suspensão do PIS e da COFINS prevista nos arts. 47 e 48 da Lei nº 11.196/2005 a pessoa jurídica que não seja optante pelo Simples Nacional e que venda para pessoa jurídica que apure o Imposto de Renda com base no Lucro Real aqueles produtos para os quais os referidos dispositivos legais concederam tal benefício.

(Solução de Consulta Disit/SRRF 6.025/2017)

Via Portal tributário

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